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Halloween: veja 5 destinos sinistros pelo mundo

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Halloween: veja 5 destinos sinistros pelo mundo
DA REDAÇÃO

Halloween: veja 5 destinos sinistros pelo mundo

Não há nada melhor do que uma boa história de terror no Halloween . Ao contrário do que muitos pensam, a celebração não foi criada nos Estados Unidos , mas sim na Irlanda , como parte de um festival celta que se popularizou no século 18. De 300 anos para cá, muitas foram as adaptações que a festa sofreu, e hoje é um verdadeiro fenômeno cultural mundial. Abaixo selecionamos alguns destinos assustadores onde é Halloween todo dia, não só em 31 de outubro:

1. Salem, Massachusetts, Estados Unidos

Salem, Massachusetts - Fundada em meados de 1600, a cidade é famosa pelas perseguições das supostas bruxas de Salem, que foram enforcadas na cidade. Hoje, a fama e turismo na cidade gira em torno deste evento, e muitos locais onde as bruxas foram julgadas ainda existem, em especial a Casa Jonathan Corwin, onde morava o juiz que condenou as mulheres, que hoje abriga um museu. Além disso, o Cemitério Old Burying Point é dado como assombrado pela população.
Salem Witch Museum Salem Witch Museum/Reprodução

Fundada em meados de 1600, a cidade é famosa pelas perseguições de suas supostas bruxas, que foram enforcadas na cidade. Hoje, a fama e o turismo na cidade giram em torno deste evento, e muitos locais onde as bruxas foram julgadas ainda existem. A Casa Jonathan Corwin , onde morava o juiz que condenou as mulheres, abriga um museu. Além disso, o Cemitério Old Burying Poit é dado como assombrado pela população.

2. Floresta Aokigahara, Yamanashi, Japão

Floresta Aokigahara, Yamanashi - A cerca de 100 km de Tóquio, localizada na base noroeste do monte Fuji, por lá existe a lenda de que uma grande quantidade de ferro existe sob o solo, que faz as bússolas de viajantes parem de funcionar corretamente, fazendo com que o turista fique perdido. A verdade é bem mais triste que isso, já que o local é, na verdade, muito procurado por pessoas que querem tirar suas vidas, com cerca de 100 suicídios relatados ao ano no local.
Floresta Aokigahara Jake Weirick/Unsplash/Reprodução

A cerca de 100 km de Tóquio , na base noroeste do monte Fuji, existe a lenda de que uma grande quantidade de ferro no subsolo faz as bússolas de viajantes pararem de funcionar corretamente, fazendo com que o turista fique perdido. A verdade é bem mais triste que isso, já que o local é, na verdade, muito procurado por pessoas que querem tirar suas vidas, com cerca de 100 suicídios relatados ao ano.

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3. Ilha das Bonecas, Xochimilco, México

Andrea Di Castro
Ilha das Bonecas, Xochimilco Andrea Di Castro/Flickr

Além da fama pela culinária, praias e sítios arqueológicos que preservam a cultura Asteca, o México ainda abriga uma das coisas mais macabras do mundo. Escondidas em meio às árvores e um lago na região de Xochimilco, na Cidade do México , estão centenas de bonecas penduradas em galhos e espalhadas pelo chão. Mesmo com uma cara de cenário de filme, o local era lar de um homem que, após encontrar o corpo de uma garota morta sob o lago, decidiu pendurar as bonecas a fim de espantar os possíveis maus espíritos do local.

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4. St. Kilda, Escócia

St. Kilda, Escócia - Um pouco distante da costa escocesa, o arquipélago fica no limite das Ilhas Britânicas, mas ainda atrai visitantes que querem explorar um destino remoto. Abandonada a mais de 100 anos, historiadores afirmam que o local começou a ser habitado há mais de 7 mil anos, depois foi lar da civilização viking nos séculos 9 e 10, e mais tarde de monges cristãos, que viveram ali por volta do século 17. Com ruínas de casas de pedra, hoje a única vida no local são de diferentes espécies de aves.
St. Kilda, Escócia Jim Richardson/Flickr

Um pouco distante da costa escocesa, o arquipélago fica no limite das Ilhas Britânicas, mas atrai visitantes que querem explorar um destino remoto. Historiadores afirmam que o local começou a ser habitado há mais de 7 mil anos, depois foi lar da civilização viking nos séculos 9 e 10, e mais tarde de monges cristãos, que viveram ali por volta do século 17. Abandonada há mais de 100 anos, tem ruínas de casas de pedra, e, hoje, a única vida no local são diferentes espécies de aves.

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5. Sighisoara, Romênia

Sighisoara, Romênia - A cidade medieval foi local de nascimento de Vlad, o Empalador, príncipe que deu origem à lenda do Conde Drácula (seu castelo, no entanto, não fica na cidade). Sombria, ali encontra-se colinas repletas de casarões, ruas de pedras e igrejas góticas, uma delas, com um cemitério macabro, está no alto da cidade. A Casa Vlad-Dracul foi onde Vlad nasceu em 1431, e hoje é um restaurante e museu decorado de maneira vampiresca.
Sighisoara, Romênia Alisa Anton/Unsplash/Reprodução

A cidade medieval foi local de nascimento de Vlad, o Empalador, príncipe que deu origem à lenda do Conde Drácula (seu castelo, no entanto, não fica na cidade). Sombria, tem colinas repletas de casarões, ruas de pedras e igrejas góticas, uma delas, com um cemitério macabro, está no alto da cidade. A Casa Vlad-Dracul foi onde Vlad nasceu em 1431, e hoje é um restaurante e museu decorado de maneira vampiresca.

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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