Turismo
Khan el-Khalili: o mercado mais antigo do Cairo
Turismo

Para onde quer que você olhe no mercado Khan el-Khalili , no Cairo , verá exuberantes produtos coloridos esperando para serem comprados. As ruelas do grande bazar são apinhadas de lanternas, joias, roupas, tapetes, lembrancinhas, perfumes, artesanatos mil e claro, pessoas.
Apesar da muvuca e dos vendedores insistentes poderem tornar a atmosfera caótica — qualquer semelhança com a Rua 25 de Março é mera coincidência —, o Khan el-Khalili é um microcosmo do cotidiano egípcio. Ali, é o lugar perfeito para comprar produtos tradicionais, como as chilabas (típicas túnicas bordadas), as shishas (conhecidos por aqui como narguilés) e os papiros (folhas usadas para escrita no Egito Antigo).
Pessoas fazendo performances de dança e canto e vendedores com carrinhos de comida também disputam as ruas. Depois de experimentar sanduíches com peru defumado, amendoins torrados e os feijões de lupini, você pode tomar uma bebida em um dos cafés mais antigos do Cairo, o El-Fishawi (na Rua Haret Khan Al Khalili, ao lado do mercado), está aberto há mais de 200 anos.
O mercado fica no Cairo Velho , ao sul da capital. As primeiras tendas começaram a se juntar ali no século 14 e formaram um reduto de trocas comerciais que se expandiu até formar o atual Khan el-Khalili .
Sua arquitetura labiríntica conserva a essência dessa época e parece abrir um portal no tempo. A histórica Rua El-Moez, ao lado do mercado, tem incríveis construções medievais e mesquitas que remontam a grandiosidade da cultura islâmica.
Role o carrossel para ver algumas das lojas:
Serviço
O mercado está a 20 minutos de caminhada da estação de metrô Ataba (conexão entre as linhas 2 e 3). Quando chegar lá, não se esqueça de praticar suas habilidades de barganha!
Veja as melhores opções de voos para o Cairo
Resolva sua viagem aqui
-
Reserve hospedagem no Booking
-
Reserve seu voo
-
Reserve hospedagem no Airbnb
-
Ache um passeio na Civitatis
-
Alugue um carro
Fonte: Turismo
Curiosidades
Lago Paranoá: A moldura líquida da capital
Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.
Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.
No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”.
As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores.
Água, terra e pessoas
Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia.
“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…”
Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas.
Um lago de muitos propósitos
Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m.
Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital.
Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios.
Por que essa história importa?
nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.
Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.
vídeo YouTube página Tesouros do Brasil
-
Cidades7 dias atrásPrefeitura determina retirada de idosos de instituição alvo de ação judicial em Rondonópolis
-
Curiosidades6 dias atrásApós décadas de espera, Sagrada Família recebe ordem de serviço para pavimentação
-
Curiosidades5 dias atrásPrefeitura encaminha projeto à Câmara para garantir entrada gratuita em todas as noites da 52ª Exposul
-
Agronegócio3 dias atrásLocutor Almir Cambra está confirmado na Exposul 2026
-
Cidades4 dias atrásPrefeitura entrega 2,5 mil kits pedagógicos e reforça apoio aos professores da rede municipal
-
Cidades2 dias atrásNo mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção