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Milão ganha novo museu de arte moderna

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Milão ganha novo museu de arte moderna
Rebeca de Ávila

Milão ganha novo museu de arte moderna

O ditado “a paciência é uma virtude” tem sentido especial para o museu Brera Modern , em Milão , na Itália . Depois de 39 governos italianos e cinco décadas desde a elaboração do projeto, a instituição finalmente abre as portas no dia 7 de dezembro.

A nova galeria abrigará mais de 100 peças do acervo da Pinacoteca di Brera que nunca foram vistas pelo público. Dentre elas, obras de Umberto Boccioni, Carlos Carrà, Giorgio Morandi e Filippo de Pisis que foram doadas pelas famílias de colecionadores Jesi, Vitali e Mattioli. Será possível visitar o Brera Modern e a Pinacoteca com o mesmo ingresso.

O novo museu está instalado no Palazzo Citterio , na mesma rua da Pinacoteca di Brera . Trata-se de uma construção de 1764 com uma grande escadaria central que atravessa os três pisos. A estrutura foi reformada entre 2015 e 2018 para atender aos fins museológicos.

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Pinacoteca di Brera
O terceiro andar será dedicado a exposições temporárias Pinacoteca di Brera/Reprodução
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Os adiamentos na abertura da instituição foram causados por problemas com contaminação por amianto e atrasos na instalação de ar condicionado. Antes da inauguração oficial do Brera Modern , parte da coleção de obras pode ser vista em uma exposição temporária nas Salas Napoleônicas da Pinacoteca.

Com a inauguração, a Pinacoteca di Brera se tornará responsável pela National Braidense Library , no mesmo prédio, e pelo Palazzo Citterio . A sede foi aberta em 1809 e exibe obras de Canova, Caravaggio, Raphael, Mantegna e Hayez.

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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