Search
Close this search box.

Turismo

Paris: feira internacional de fotografia chega ao Grand Palais

Publicados

Turismo

Paris: feira internacional de fotografia chega ao Grand Palais
DA REDAÇÃO

Paris: feira internacional de fotografia chega ao Grand Palais

A Paris Photo , uma das maiores feiras intencionais de fotografia do mundo, acontecerá este ano entres os dias 7 e 10 de novembro. A 28º edição do evento reunirá, em uma ala do Grand Palais , próximo à Champs-Élysées , trabalhos de 240 expositores vindos de 34 países diferentes.

O evento tem uma programação de exposições, sessões de autógrafos e palestras que apresentam tanto fotógrafos consagrados quanto emergentes. Temas como o centenário do Surrealismo e de Robert Frank serão os principais destaques da Paris Photo em 2024.

A feira ainda contará com a presença de nomes como Hiroshi Sugimoto, Charlotte Perriand, Richard Avedon e Tyler Mitchell. Outro destaque será a seção Prismes , que promete imergir os espectadores em obras monumentais, como People from the Twentieth Century , de August Sander, e a instalação sobre memória de Anton Kusters.

Continua após a publicidade

Serviço

Onde? Grand Palais – 3 Avenue du Général Eisenhower – Paris.

Leia Também:  Búzios recebe evento gratuito de yoga no fim de semana

Quando? De 7 a 10 de novembro. De quinta-feira a sábado, das 13h às 20h, e aos domingos, das 13h às 19h.

Quanto? € 32 durante a semana e € 34 aos finais de semana. Ingressos à venda pelo site.

Leia tudo sobre Paris

Continua após a publicidade
Compartilhe essa matéria via:

Resolva sua viagem aqui

  • Reserve hospedagem no Booking

  • Reserve seu voo

  • Reserve hospedagem no Airbnb

  • Ache um passeio na Civitatis

  • Alugue um carro

Leia Também:  Programação de Natal do Parque Ibirapuera
Publicidade

Fonte: Turismo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

Publicados

em

Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

Leia Também:  Volta ao mundo de trem: roteiro de 59 dias passa por 12 países

Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

Leia Também:  ‘Tiny houses’ no interior de São Paulo para alugar no Airbnb

Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA