Search
Close this search box.

Turismo

Parque temático do Sítio do Picapau Amarelo será inaugurado em Atibaia

Publicados

Turismo

Parque temático do Sítio do Picapau Amarelo será inaugurado em Atibaia
Rebeca de Ávila

Parque temático do Sítio do Picapau Amarelo será inaugurado em Atibaia

A boneca Emília e as crianças do sítio de Dona Benta vão desembarcar em um novo parque temático no interior de São Paulo . A atração do Sítio do Picapau Amarelo será construída em Atibaia , a cerca de uma hora da capital paulista, e tem previsão de abertura em janeiro de 2025. Os ingressos devem começar a ser vendidos em novembro, mas os preços ainda não foram divulgados.

O parque ocupará mais de 25 mil m² dentro do complexo do Eldorado Atibaia Eco Resort . Os cenários icônicos da obra serão recriados nas seções Casarão da Dona Benta, Labirinto do Minotauro, Gruta da Cuca, Restaurante da Tia Anastácia, Laboratório das Invencionices e outras áreas que ainda não foram reveladas.

Parque Sítio do Picapau Amarelo, Atibaia
Previsão de como o Laboratório das Invencionices deve ficar Grupo Forma/Divulgação

Além dos brinquedos, haverá uma exposição permanente dedicada à vida e obra do escritor Monteiro Lobato e o público poderá assistir a shows ao vivo no teatro Reino das Águas Claras.

Leia Também:  Hopi Hari oferece entrada gratuita para Pessoas com Deficiência

Durante a semana o parque estará aberto para receber excursões escolares, além de famílias. A proposta é que as crianças aprendam enquanto interagem com as atrações. Restaurantes e lojas também fazem parte do projeto do parque, que será operado pelo Grupo Forma, especializado em turismo estudantil.

Continua após a publicidade

Em fevereiro, o parque divulgou imagens da construção do Casarão da Dona Benta, confira abaixo:

Leia tudo sobre São Paulo

Continua após a publicidade
Compartilhe essa matéria via:

Resolva sua viagem aqui

  • Reserve hospedagem no Booking

  • Reserve seu voo

  • Reserve hospedagem no Airbnb

  • Ache um passeio na Civitatis

  • Alugue um carro

Leia Também:  Vale dos Vinhedos ganha ônibus panorâmico com parada em vinícolas
Publicidade

Fonte: Turismo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

Publicados

em

Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

Leia Também:  Hopi Hari oferece entrada gratuita para Pessoas com Deficiência

Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

Leia Também:  Exposição traz fotos premiadas mundialmente para São Paulo

Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA