Turismo
Piloto viraliza após explicar como ficar calmo em uma turbulência com ‘teoria da gelatina’
Turismo

Quem nunca viajou de avião e ficou morrendo de medo quando passou por uma turbulência? O ‘tremor’ durante um voo é uma das fobias mais comuns e pode causar ansiedade em diversos passageiros antes mesmo do embarque. Entretanto, ela pode ser mais simples e segura do que você imagina.
A piloto espanhola Marita Rojas utilizou as redes sociais para conseguir desmistificar esse assunto. Ela publicou um vídeo no TikTok explicando o fenômeno por meio da chamada “teoria da gelatina”. A explicação busca tranquilizar quem sofre com o receio de que os movimentos do avião possam representar risco.
O vídeo foi publicado no perfil @Marita. Nele, ela utiliza uma gelatina em um recipiente plástico para ilustrar o comportamento dos aviões no ar. No exemplo, a gelatina simboliza a atmosfera, enquanto um pedaço de papel representa a aeronave. A demonstração explica que as turbulências são apenas movimentos do ar ao redor do avião, não afetando sua estabilidade.
Ao agitar levemente o recipiente, Marita demonstra que o papel não se desloca descontroladamente dentro da gelatina. Ela destaca que o movimento do avião acompanha o ar, mas isso não significa que ele esteja em perigo. “Se o ar se move, o avião vai se mover com ele, mas isso não significa que ele vá cair”, afirma.
A piloto reforça que turbulências são naturais e que o exemplo da gelatina pode ser útil para lembrar que o avião permanece seguro, mesmo em voos mais agitados.
Marita sugere que passageiros que enfrentam o medo durante voos lembrem-se do experimento. Segundo ela, essa associação pode ajudar a reduzir a ansiedade em situações de turbulência.
A repercussão do vídeo foi imediata. O vídeo conta com mais de 50 mil visualizações. Muitos internautas elogiaram a explicação por ser clara e fácil de entender. Uma pessoa brincou dizendo que tentou focar na explicação da profissional: “Outro dia eu estava em um avião e havia uma leve turbulência, estava tentando pensar em geleia de abacaxi, mas só conseguia pensar que ia cair”.
Outra ressaltou que a explicação a acalmou: “Você me deu paz em diversas turbulências por causa de outro vídeo de muito tempo atrás onde você disse a mesma coisa. Eu até falo para os outros passageiros para eles se acalmarem também”. Alguns, no entanto, brincaram dizendo que, mesmo compreendendo a teoria, o instinto de sobrevivência ainda prevalece.
Fonte: Turismo
Curiosidades
Lago Paranoá: A moldura líquida da capital
Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.
Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.
No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”.
As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores.
Água, terra e pessoas
Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia.
“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…”
Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas.
Um lago de muitos propósitos
Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m.
Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital.
Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios.
Por que essa história importa?
nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.
Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.
vídeo YouTube página Tesouros do Brasil
-
Cidades7 dias atrásGincana do Caminhoneiro movimenta Rondonópolis e valoriza profissionais das estradas
-
Cidades5 dias atrásPrefeitura determina retirada de idosos de instituição alvo de ação judicial em Rondonópolis
-
Curiosidades5 dias atrásApós décadas de espera, Sagrada Família recebe ordem de serviço para pavimentação
-
Curiosidades3 dias atrásPrefeitura encaminha projeto à Câmara para garantir entrada gratuita em todas as noites da 52ª Exposul
-
Agronegócio2 dias atrásLocutor Almir Cambra está confirmado na Exposul 2026
-
Cidades3 dias atrásPrefeitura entrega 2,5 mil kits pedagógicos e reforça apoio aos professores da rede municipal
-
Cidades17 horas atrásNo mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção