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Único no Brasil, brinquedo com queda livre de 120km/h fica em SP

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Hadikali é uma das atrações mais radicais do Hopi Hari
Reprodução/Hopi Hari

Hadikali é uma das atrações mais radicais do Hopi Hari

O Hopi Hari não é apenas um parque temático, mas o lar de uma experiência radical que você não encontra em nenhum outro lugar do Brasil: o Hadikali. Essa atração extrema é uma mistura de paraquedismo e bungee jumping, oferecendo a adrenalina de uma queda livre a 53 metros de altura.

Os visitantes corajosos que resolvem encarar o Hadikali experimentam um voo rasante sobre o lago do parque após uma queda de 120 km/h. A emoção começa com o lento percurso até o topo, seguido pelo momento de pura adrenalina quando você é solto no a.

O Hadikali é uma experiência premium dentro do parque, com ingressos para a atração vendidos separadamente. Os valores variam entre R$ 109,90 e R$ 199,90, dependendo do número de participantes e da demanda no dia. Apesar de ser uma atração paga à parte, é uma oportunidade única no país, já que o Hadikali é o único brinquedo Skycoaster em operação no Brasil.

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No entanto, vale destacar ainda que o Hadikali é apenas uma das atrações radicais presentes no Hopi Hari. Além dele, também há outros, como o Evolution, Katapul e a  Montezum, que se destaca por ser a maior montanha-russa de madeira da América Latina. 

Promoções no começo de 2025

Se você está planejando uma visita ao Hopi Hari, o momento não poderia ser melhor. Durante todo o mês de janeiro, aniversariantes podem entrar no parque gratuitamente, e crianças de até 12 anos têm acesso livre até fevereiro em virtude das férias escolares. Essa é a chance perfeita para curtir o parque em família, experimentar o Hadikali, criar memórias inesquecíveis e ainda economizar com os ingressos. 

Os ingressos para o Hopi Hari podem ser adquiridos pelo site oficial do parque (clique aqui para acessar). Localizado em Vinhedo, no interior de São Paulo, o Hopi Hari é facilmente acessível para quem busca um passeio inesquecível com uma dose extra de aventura.

Prepare-se para desafiar os seus limites no Hadikali ou em outros brinquedos e descobrir porque o Hopi Hari é sinônimo de diversão e emoção, tanto para adultos quanto para crianças!

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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