Agronegócio
Contagem regressiva: expositores correm para finalizar seus estandes na 48º Exposul
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Em contagem regressiva os expositores da 48º Exposul passam os últimos dias dessa semana correndo contra o tempo para deixar um parque lindo para aqueles que vem visitar o evento.
Hoje quinta-feira 04/08 não foi diferente, cada um correndo para deixar tudo pronto, desde o grande ao pequeno expositor.
A equipe de limpeza, a organização o parque de diversão e os estandes, todos finalizando sua parte.
VENDA DE PASSAPORTES – No quarto lote de vendas o passaporte está no valor de R$ 200, com ingresso individual a R$140,00 e meia entrada a R$ 70,00, e com pagamento facilitado via PIX, no débito ou podendo ser parcelado em até três vezes. Os locais para adquirir o passaporte são: loja West Country, Padaria Vip, TXC no Rondon Plaza Shopping e Bandeirantes Calçados, ou pelo site: https://www.guicheweb.com.br/48-exposul_16667 .
A programação de shows da Exposul tem na quarta-feira (10) Maiara & Maraísa, na quinta-feira (11) Henrique & Juliano, já sexta-feira (12) é a vez de Eduardo Costa, e para fechar no sábado (13) a atração dupla com João Neto & Frederico e Hugo & Guilherme.
O rodeio em touros da 48ª Exposul trará para Rondonópolis o que tem de melhor no esporte, com o formato de 30 peões disputando em três dias a premiação de 30 mil reais, aliado às melhores companhias de rodeios da região com destaque nacional. Todas as montarias com a narração de Claudinei Matias e Rugierri Santos e o gabaritado comentarista Reinaldo Gimenes. A Exposul contará também com a tradicional Prova dos Três Tambores.
Vídeo: Cristóvão Baco Baco Web Tv Mato Grosso
Fotos: Cristóvão Baco Baco Web TV Mato Grosso
Agronegócio
Rondonópolis e o Agro: o Coração Produtivo que Nem Sempre Entra no Radar dos Rankings
Quando se fala em agronegócio no Brasil, a imagem que vem à mente de muitos é a de vastos campos de soja e milho, tratores no amanhecer e caminhões carregados rumando aos portos. Em Mato Grosso, esse cenário é ainda mais forte: o estado abriga 36 dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro, segundo levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária com base nos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE.
No topo desse ranking nacional estão cidades como Sorriso, Sapezal e Campo Novo do Parecis, todas no interior de Mato Grosso. Sorriso, por exemplo, lidera com folga o valor da produção agrícola — impulsionada principalmente pela soja — e é considerada por muitos a “capital nacional do agronegócio”.
Mas e Rondonópolis? A cidade que carrega o brasão do agronegócio em sua economia não aparece na lista dos 100 municípios mais ricos em produção agrícola no Brasil.
Uma economia que pulsa além dos campos
O fato de não figurar no ranking oficial pode surpreender quem vive e respira a rotina produtiva do município. Rondonópolis é um dos principais polos de apoio logístico ao agronegócio no Centro-Oeste brasileiro, ponto estratégico de escoamento de grãos e insumos, e um dos maiores exportadores do estado.
Dados mostram que o município segue gerando emprego e renda em diversas frentes, embora a agropecuária — isoladamente — não domine a balança de criação de postos de trabalho como em outras cidades do interior.
O ex vereador Reginaldo Santos, crítico à ausência de Rondonópolis no ranking, aponta que esse cenário pode resultar de critérios específicos usados pelo IBGE para medir a produção agrícola municipal. Ele defende que a cidade tem força econômica suficiente para merecer destaque e alerta para a importância de uma imagem positiva para atrair investimentos.
Mais do que números: o papel humano do agro em Rondonópolis
Para os moradores, produtores e trabalhadores rurais, a presença do agronegócio vai além de estatísticas: ela molda histórias de vida, sustenta famílias e impulsiona negócios locais. Do pequeno produtor que colhe sua primeira safra ao caminhoneiro que cruza rodovias estaduais carregando soja, o setor está no dia a dia de muita gente.
Agronegócio, aqui, não é apenas um título econômico — é carne, é coragem e é identidade.
O que diz o ranking do agro
O levantamento do Ministério da Agricultura considerou o valor da produção agrícola municipal, resultado da soma de 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes. Os municípios que lideram essa lista são responsáveis por uma parte significativa da economia agro do país, com destaque para a soja, que representa cerca de 42,8% do valor total produzido.
Mesmo fora desse “Top 100”, Rondonópolis segue sendo um ator importante na cadeia produtiva: seus esforços logísticos, industriais e de apoio ao campo fortalecem toda a economia mato-grossense. O agronegócio por aqui é feito de chão batido, rodas de caminhão na madrugada e sonhos que desabrocham na colheita — muito além de um número num ranking.













