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*Arraiá Solidário do Sipros arrecada quase meia tonelada de alimentos*

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 A diretoria do Sipros realizou a entrega dos alimentos arrecadados durante o Arraiá Solidário, realizado no último dia 18 de junho. A organização não cobrou entrada e nem mesa para associados, para não filiados o ingresso foi 1kg de alimento não perecível.

A arrecadação superou todas as expectativas. Quase 400 kg de mantimentos foram deixados na portaria do clube social da entidade. Somadas às 12 cestas básicas doadas pela presidente da União Rondonopolitana das Associações de Moradores de Bairros (Uramb), Nilza Sirqueira, o Sipros arrecadou quase meia tonelada de alimentos e produtos de higiene e limpeza.

Uma parte dos alimentos foi entregue para a Pastoral da Social da paróquia Bom Pastor, o restante foi doado para Centro de Reabilitação Louis Braille, uma entidade que existe desde 1983 beneficente, sem fins lucrativos, que atende mais de 200 pessoas de Rondonópolis e região, com deficiência visual e múltiplas deficiências. “Essas duas entidades realizam um grande papel na região e precisam constantemente de doações. A ideia é aumentar nossas contribuições com o terceiro setor. Nós como sindicalistas precisamos cumprir um papel social. Há muito tempo não via tanta gente passando por necessidades e não podemos ficar de braços cruzados. É possível ajudar e vamos ajudar”, garante José Vlademir Ribeiro Marcondes, presidente do Sipros.

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Além das doações, o Sipros também destinou toda a comercialização de comidas típicas para entidades que trabalham com assistencialismo. A produção e venda foi realizada pelo Lions Clube Rondonópolis, Lions Clube Rondonópolis São José Operário e Comunidade Nossa Senhora de Assunção.

*34 anos de luta*

O Arraiá Solidário marca o início das comemorações dos 34 anos de fundação do Sipros, o segundo maior sindicato de trabalhadores da educação estadual de Mato Grosso. Já são mais de 1.500 filiados.

A entidade disponibiliza para filiados, assessoria jurídica, assessoria contábil, plano de saúde, mais de 30 convênios com empresas locais e ainda lazer. O filiado ainda tem direito a utilizar todas as dependências do clube, com piscina, campo de futebol, quadra de areia, quiosques, área de recreação, salão para festa climatizado, duas salas de jogos e uma grande área verde. Tudo isso a menos de 3 km do centro de Rondonópolis.

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No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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