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Professor de Rondonópolis é autor da primeira lei Brasileira pela luta sobre fibromialgia

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Professor Weverton Neves autor da lei no Brasil
Professor Éverton Neves autor da lei no Brasil

Professor Éverton Neves autor da lei no Brasil

Professor Éverton Neves é autor da primeira lei no Brasil que reconhece a importância da família na luta da fibromialgia

A cidade de Rondonópolis fez história no Brasil com a publicação da Lei Municipal 13.619/2024 em que reconheceu, pela primeira vez, a importância do apoio da família na luta contra os males da fibromialgia.

O Professor Éverton Neves apresentou a proposta de projeto de lei ao prefeito municipal, José Carlos do Pátio, do município de Rondonópolis-MT, que de imediato aprovou a idéia e remeteu o projeto à Câmara Municipal, destacando: “isto vai fortalecer políticas públicas na área da fibromialgia, isto é importante para abrir este debate (…)”.

Minha esposa é uma pessoa com Fibromialgia e a presidente da Agefibro, Eliane, amiga de longa data, nos convidou para ser consultor da Associação que iniciou suas atividades em 06 de julho de 2023 com seis pessoas e hoje tem mais de 512 famílias. É na luta que a gente se encontra, por conscientização e enfrentamento aos males da fibromialgia, destaca do Professor Éverton Neves.

Na justificava do projeto da lei que já está em vigência, o docente explicou que a síndrome da fibromialgia (FM) é caracterizada pela presença de dor difusa com duração superior a três meses, presença de múltiplos pontos específicos ( tender points ), localizados nos músculos e articulações e dolorosos à palpação, podendo ter sintomas e inter-relações com outras doenças e transtornos, o que requer tratamento multidisciplinar especializado e contínuo.

O Professor Éverton Neves explica que a Pessoa com Fibromialgia e seu processo de adoecimento envolvem fatores biológicos, psicológicos e sociais, de modo que impacta diretamente a família, as relações profissionais e sociais. Há mudanças significativas causadas pela fibromialgia nas dinâmicas familiares, na qualidade de vida de cada membro da família e a complexidade dosconflitos e a  atenção à saúde (acesso e permanência aos acompanhamentos profissionais), sendo que “as políticas públicas devem, preventivamente, contemplar as demandas e participação familiar efetiva nos serviços, isto é olhar atentamente para os familiares da PCF, pois experienciam o coadoecimento e podem ser decisivos no melhoramento das dimensões que afetam na síndome

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Os dados oficiais ainda não refletem a realidade do Estado de Mato Grosso, no qual pelas pesquisas oficiais seriam em torno de 2,5% da população, o que requer um diagnóstico, atendimento, assim a lei é a primeira do Brasil que institui uma semana para os familiares da pessoa que tem a síndrome e aprova um selo chamado  “Instituição Amiga da Pessoa com Fibromialgia”.

O autor da proposta que foi aprovada, Professor Éverton Neves, destaca que colocar, de modo inédito no Brasil, acentralidade da família nas políticas públicas da pessoa com fibromialgia, consolida as dimensões familiares para a efetivação do acesso e da permanência a um tratamento inclusivo da pessoa fibromiálgica-PCF, bem como traz para a agenda pública um debate urgente de “quem cuida de quem cuida?”, pois há separações, abandonos e violências na família da pessoa dos limitações ou incapacidades que não é discutido com profundidade na atualidade e precisam ser prevenidas.

Quem é o Professor Éverton Neves?

Éverton desde os 12 anos de idade participa de projetos sociais, como voluntário, estreando como criador de ações sociais com 15 anos na Escola La Salle. É um defensor da Educação e da saúde pública: “minha vida foi transformada pela Educação, vim de uma família muito humilde, e já testemunhei filhos de trabalhadores que tiveram suas vidas também transformadas, com empregos em ótimas empresas e por meio dos concursos públicos graças a Educação, a Escola. E sempre defendi a educação e a saúde pública por meio dos projetos que participo, nossa gente precisa de qualidade nestes atendimentos”

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Como docente e coordenador do Curso de Direito e de projetos na Unemat- Universidade do Estado de Mato Grosso, defende o fortalecimento da instituição na cidade e região, pois assim “o filho do trabalhador poderá estar preparado para o mundo do trabalho”, afirma o Professor. Em seu currículo destaca-se que é advogado, cursando seu segundo doutorado em Direito, possui 2 mestrados ( o primeiro em Educação, Ufmt, e o segundo em Direito, pela Unimar), 4 especializações e 6 aprovações concursos públicos.

Dentre os projetos, Éverton Neves ficou conhecido por fundar o “Instituto Professora Coraci” e ofertar o “Curso preparatório gratuito para concursos”, com 15 aprovados em concursos, além de mais de 15 toneladas de alimentos distribuídos, remédios e alugueis sociais, além criou e coordenou o projeto Saúde Mental para todos (destinava psicólogos em horários agendados e buscava o paciente  e tem-se o  “Visite Rondonópolis”, projeto de valorização da cidade com mais de 40 mil seguidores; e a criação do “Concurso de Redação” com premiação pela Oab para estudantes e docentes, além da luta pela conscientização e enfrentamento à Fibromialgia, comovoluntário da Associação Gente de Fibra.

Ele é o único mato-grossense convidado pelo projeto da Onu, Harmony with Nature para estar em Nova York, EUA, com seu nome incluído no site por trabalho realizado em projeto de lei em vigor no Estado de Mato Grosso.  (http://www.harmonywithnatureun.org/rightsOfNature).

Na Unemat, como coordenador do Curso de Direito, recebeu elogiou formal pela Comissão Avaliadora da Conselho Estadual de Educação, de modo que foi sugerido que as práticas da coordenação sejam indicadas como referência para a instituição. É o que está expresso no relatório, na página 44: “A coordenação do curso é muito proativa e demonstra muita organização com a gestão pedagógica (…) a prática da coordenação do curso de Direito de Rondonópolis deve ser referência positiva para as demais iniciativas similares”.

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Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis

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A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.

O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.

Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.

 

Uma queda que chama atenção

A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:

  • Início da gestão: R$ 4,10
  • Primeira redução: R$ 3,00
  • Valor atual: R$ 2,00

Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.

 

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Mais do que tarifa: estrutura

A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.

Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.

 

Impacto direto na cidade

A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.

Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.

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