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Balsa Ecológica retirará cerca de 150 toneladas de lixo do Rio Cuiabá até dezembro; animais são salvos durante ações de limpeza

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Com as atividades retomadas na manhã desta terça-feira (16), a Balsa Ecológica deve retirar até dezembro cerca de 150 toneladas de lixo oriundo do descarte irregular no Rio Cuiabá. A ação, implementada na gestão de Emanuel Pinheiro, é coordenada pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos – Limpurb.

O serviço é realizado de segunda a sábado, percorrendo aproximadamente cinco quilômetros, com o itinerário que vai da Ponte Nova até a comunidade São Gonçalo Beira Rio. Durante o trajeto, são retirados, em média, dois contêineres de lixo diariamente, o equivalente a duas toneladas a menos de carga poluente no leito do Rio Cuiabá.

“A previsão é a retirada de 150 toneladas de lixo até o final deste ano, material oriundo de descarte irregular feito na cidade, seja nas bocas de lobo, nos córregos ou até mesmo nas margens do rio. Tudo acaba chegando no leito do Rio Cuiabá. Então, recolhemos esse material, armazenamos e destinamos para o aterro sanitário”, explicou o diretor-geral da Limpurb, João Carlos Hauer.

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Com mais de sete metros de largura e três metros de comprimento, a balsa carrega dois contêineres com capacidade de até 500 litros cada.

A equipe que atua na embarcação é composta por um piloto e um coletor. Durante a viagem, os compartimentos são cheios de garrafas PET, sacolas e cadeiras plásticas, isopor, restos de brinquedos e diversos outros materiais prejudiciais ao meio ambiente.

“A ação faz parte dos serviços exigidos à Locar Gestão de Resíduos. No entanto, a Limpurb sempre está fiscalizando e fazendo as inspeções na balsa, a fim de garantir qualidade e eficiência no trabalho, e para que os resultados sejam sempre satisfatórios para a população e para o meio ambiente”, pontuou a coordenadora técnica de Resíduos Sólidos da Limpurb, Raquel Caroline.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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