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Demilson cobra multa de empresa responsável por obra pública com criadouro de mosquito

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Cuiabá

28/02/2025
Demilson cobra multa de empresa responsável por obra pública com criadouro de mosquito

Da assessoria – Vereador Demilson Nogueira&nbsp

O vereador Demilson Nogueira (PP) usou&nbsp a tribuna para denunciar um foco de dengue e chikungunya na obra do túnel sob a Avenida Miguel Sutil, em frente à Rua Desembargador Trigo de Loureiro. A manifestação vem ao encontro da decisão da Prefeitura de Cuiabá de multar os proprietários de terrenos baldios com acúmulo de sujeira.
Acionado por moradores das imediações do bairro Araés, Demilson explicou que a obra do Governo do Estado está paralisada.
“Fui procurado por alguns moradores do edifício Bariloche, que me encaminharam vídeos da situação desta obra que está paralisada e com diversos criadouros do mosquito da dengue. Queremos que a Prefeitura tenha o mesmo empenho para multar também essas empresas pela cidade, que deixam verdadeiros canteiros abandonados, sujos e com diversos focos”, afirma Demilson.
O parlamentar irá acionar a Secretaria de Ordem Pública para que faça a fiscalização e tome as devidas providências.

COMBATE À DENGUE
Agora, proprietários serão multados por fiscais da Ordem Pública, sem notificação prévia. A decisão embasa-se no decreto de emergência em saúde publicado em 23 de janeiro na Gazeta Municipal, por conta do aumento de casos de dengue e chikungunya.
De acordo com o último boletim da Secretaria Municipal de Saúde, houve um aumento de 204,5% nos casos confirmados de dengue e de 1.913,3% nos casos de chikungunya em comparação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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