Cuiabá
No TCE, Comissão de Segurança Pública da Câmara discute ações para Cuiabá
Cuiabá
Da Assessoria – Vereador Tenente Coronel Dias
A Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal de Cuiabá, representada por seus membros, o presidente, vereador T.Coronel Dias (Cidadania), o vice-presidente, vereador Rafael Ranalli (PL), e o vereador Sargento Joelson (PSB), esteve nesta sexta-feira (21) no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) para uma reunião com a Comissão de Segurança do órgão.
A reunião teve como pauta principal os indicadores da segurança pública em Cuiabá, ferramentas essenciais para avaliar e monitorar a situação da segurança. Esses indicadores permitem entender a eficácia das políticas públicas de segurança e ajudar na elaboração de estratégias de prevenção e combate ao crime e outras atuações.
Para o vereador T.Coronel Dias, a segurança pública se faz com muita técnica e força de vontade. “A responsabilidade é de todos, e a preocupação tem que ser também da prefeitura. E foi nesse sentido que hoje toda a Comissão de Segurança esteve no TCE, para que pudéssemos discutir esses indicadores e pautar a eficiência da segurança pública na nossa capital, considerando a estrutura disponível na prefeitura e também nos órgãos de segurança do estado. E com essa união é que vamos entregar mais efetividade à população cuiabana”, ressaltou o parlamentar.
Essa foi a primeira reunião das duas comissões, e o saldo foi considerado muito positivo. Estudos recentes foram comparados para a construção de um plano de ação que objetiva tornar mais eficientes as ações de segurança no município.
“Nós gostaríamos de construir um modelo de segurança para ter uma fundamentação como o TCE tem muito conceito e respeito, um documento elaborado junto ao órgão tem um peso muito maior, então esse é o caminho”, finalizou Dias.
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
Cuiabá
Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio
A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).
O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens.
O áudio e o teor da gravação
O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.
O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo.
Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio.
Reação política e jurídica
Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto.
O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.
Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática.
Posicionamento da redação do PNB Online
Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.
Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade.
Contexto mais amplo
O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)
Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.
Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.
Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.