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Pesquisa: Presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis desponta para Assembleia Legislativa
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Disputando pela primeira vez uma cadeira na Assembleia Legislativa, o presidente da Câmara Municipal de Rondonópolis, Roni Magnani (PSB), foi um dos destaques da pesquisa realizada pelo Instituto Gazeta Dados. Os números foram publicados hoje (01) pelo jornal A Gazeta e mostram o vereador à frente de políticos que já têm mandatos na ALMT.
A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de agosto com 1.080 eleitores de 45 municípios. Os entrevistados citaram espontaneamente (sem a apresentação de listas) os candidatos em quem pretendem votar para deputado estadual. Roni Magnani teve 0,42% das citações, o que o coloca entre os mais votados do PSB e o terceiro mais citado entre os candidatos de Rondonópolis – numa posição de empate com outros dois candidatos, um deles disputando a reeleição.
“A nossa campanha tem uma estrutura pequena, é feita no corpo-a-corpo e baseada na confiança que as pessoas têm em nosso trabalho. O resultado da pesquisa mostra que temos uma boa chance de vitória e nos anima a trabalhar ainda mais”, avaliou Magnani.
Nascido e criado na Vila Operária, o maior distrito de Rondonópolis, Roni Magnani exerce atualmente seu terceiro mandato na Câmara Municipal. Foi eleito sempre com votação crescente e, em 2020, foi consagrado como mais votado entre todos os candidatos a vereador.
Bacharel em direito e aliado antigo do prefeito José Carlos do Pátio (PSB), Roni tem uma trajetória política marcada pelo diálogo e pela defesa de causas populares. Como presidente da Câmara, está ajudando a viabilizar o maior programa de regularização fundiária do município e agilizou a votação de projetos importantes para a realização de obras de infraestrutura, construção de escolas, creches e unidades de saúde.
Outra ação importante desenvolvida no Legislativo é o projeto de abertura e revitalização de áreas de lazer, com a construção e reforma de praças na maioria dos bairros de Rondonópolis.
“Em Rondonópolis estamos colocando o orçamento público a serviço da população, melhorando a vida de todos. Quero ser deputado estadual para ampliar estas ações e compartilhar a nossa experiência com todo o estado”.
A pesquisa do instituto Gazeta Dados foi realizada através de amostragem, levando em conta as características socioeconômicas e a composição da população mato-grossense com base nos dados coletados pelo Censo 2010 do IBGE, PNAD 2021 e do TRE-MT. Ela foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MT-07674/2022.
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Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis
A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.
O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.
Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.
Uma queda que chama atenção
A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:
- Início da gestão: R$ 4,10
- Primeira redução: R$ 3,00
- Valor atual: R$ 2,00
Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.
Mais do que tarifa: estrutura
A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.
Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.
Impacto direto na cidade
A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.
Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.