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Prefeitura de Cuiabá esclarece contratos de tecnologia e serviços essenciais para a administração municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Gestão, esclarece que o contrato celebrado com a empresa Tecner Datacenter Informática LTDA, no valor de R$ 11.989.199,92, tem como finalidade a prestação de serviços essenciais para a administração municipal. Entre esses serviços estão o contingenciamento, a criação de ambiente virtual, o fornecimento de espaço para backup, além de instalação, manutenção e suporte técnico. O referido contrato é necessário devido ao aumento exponencial de dados gerados em todos os sistemas e serviços da Prefeitura, garantindo a continuidade das atividades operacionais. É importante destacar que o processo licitatório que originou este contrato promoveu a redução de custos em relação ao contrato anterior, que havia sido firmado por adesão.

Em relação ao processo licitatório no valor global de R$ 32 milhões, destinado ao suporte e à sustentação dos sistemas já existentes na Prefeitura, bem como à sua infraestrutura tecnológica, o mesmo alcançou uma das menores USTs (Unidades de Serviços Técnicos) já praticadas no Brasil, sendo inclusive inferior à praticada anteriormente. A UST, que antes variava de R$ 120,67 a R$ 193,37, foi unificada no valor de R$ 117,45.

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Ambos os processos licitatórios foram conduzidos em conformidade com a Lei Federal nº 14.133/2021 (nova Lei de Licitações), realizados na modalidade de pregão eletrônico e pelo critério de menor preço, assegurando ampla concorrência entre os participantes. Os contratos possuem validade inicial de dois anos, com possibilidade de renovação, e foram estruturados no modelo “por demanda”. Dessa forma, o valor global mencionado corresponde a uma estimativa máxima de gastos, não significando que o montante total será necessariamente utilizado.

A Prefeitura de Cuiabá reforça seu compromisso com a transparência, a eficiência na gestão pública e a garantia de serviços de qualidade à população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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