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Prefeitura de Cuiabá toma posse definitiva do Residencial Jonas Pinheiro III e garante segurança fundiária para moradores

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu nesta segunda-feira (30) o termo de doação de imóvel do Residencial Jonas Pinheiro III. A entrega foi realizada pela superintendência habitacional da Caixa Econômica Federal, por meio de uma grande força-tarefa que contou com o apoio do deputado federal Emanuelzinho, que atuou em Brasília junto ao Ministério das Cidades. A ação garante segurança fundiária para os moradores do local.

“Hoje é um dia de agradecimentos e celebração, pois estamos concretizando uma conquista histórica para centenas de famílias que, por muitos anos, viveram na incerteza no Residencial Jonas Pinheiro III. Nossa gestão sempre teve o compromisso com a inclusão social e com o direito à moradia digna, combatendo o grande déficit habitacional de uma capital emergente e pujante como Cuiabá. Essa realização traz segurança e dignidade a pais, filhos e netos que antes viviam momentos de angústia e incerteza”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

Durante o processo, houve uma conciliação entre a Caixa Econômica e o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), proprietário dos imóveis, para regularizar a situação dos moradores do Jonas Pinheiro III. Essa regularização foi determinada judicialmente, exigindo que os imóveis sejam formalizados para as famílias que já vivem no local.

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Ao todo, o residencial conta com 457 imóveis. A primeira etapa do processo já regularizou 77 deles. Agora, está sendo formalizada a doação dos 380 imóveis restantes, que serão individualizados e devidamente registrados para os ocupantes. Essa etapa representa um grande avanço para as famílias, garantindo segurança jurídica e propriedade legal dos imóveis.

“A entrega das chaves de uma casa não é apenas um gesto simbólico, é uma verdadeira mudança na vida de uma família, uma conquista indescritível. Ainda que muitas dessas habitações sejam entregues na próxima gestão, é muito gratificante saber que estamos deixando toda a parte burocrática concluída e formalizada. Isso garante que, no futuro, as famílias cuiabanas sejam atendidas, ajudando a reduzir o déficit habitacional, que é um problema grave no Brasil. Hoje é um dia de agradecimento, celebração e esperança em um futuro melhor para todos”, afirmou o deputado federal Emanuelzinho.

O FAR, que financia a construção dos imóveis, está transferindo a titularidade ao município de Cuiabá. A Caixa Econômica Federal, como representante do governo federal, intermediou esse processo, enquanto os recursos e a propriedade são oriundos do FAR.

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O valor estimado da doação é de R$ 16 a R$ 17 milhões. A Prefeitura será responsável por proceder com a regularização e definir a forma mais adequada de entregar os imóveis às famílias já residentes no local, priorizando aquelas que realmente necessitam.

“Esse resultado foi possível graças à articulação política e institucional, envolvendo o Ministério das Cidades, a Secretaria de Habitação e outros parceiros. Também é importante destacar o papel do ministro Jader Barbalho Filho, que tem se empenhado em destravar obras e projetos paralisados no Brasil, permitindo que iniciativas como essa avancem”, ressaltou o superintendente de Habitação da Caixa Econômica Federal, João Henrique.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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