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Prefeitura remove 40 toneladas de lixo no Centro Histórico

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A Prefeitura de Cuiabá realizou, na quarta-feira (5), um mutirão de limpeza na região central da capital, removendo 40 toneladas de resíduos das ruas do Centro Histórico. A ação, coordenada pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), reforça os serviços de manutenção em áreas de grande fluxo.

Os trabalhos se concentraram no Calçadão Antônio Maria, Travessa João Dias, Calçadão Antônio João e Rua Treze de Junho.

Grande parte do material recolhido era reciclável, como caixas de papelão, garrafas PET, sacos big bag e embalagens de isopor. Também foram removidos troncos de árvores, restos de poda e entulho, além de resíduos recolhidos na coleta regular.

Para garantir agilidade na execução do serviço e a destinação correta dos resíduos, a operação contou com uma equipe especializada e o apoio de máquinas pesadas, como retroescavadeiras, pás carregadeiras e caminhões trucados.

O diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira, destacou a importância da colaboração da população na manutenção da limpeza urbana. “Estamos intensificando as ações de zeladoria na cidade, mas é fundamental que a população também faça sua parte, descartando o lixo corretamente e respeitando os horários da coleta. Esse esforço conjunto garante uma cidade mais limpa e bem cuidada para todos”, afirmou.

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O descarte irregular de lixo pode resultar em multas a partir de R$ 818,90, conforme prevê o artigo 500, inciso I, da legislação vigente. A norma proíbe o despejo de resíduos em vias públicas, terrenos, rios, praças e demais áreas não edificadas.

Os trabalhos fazem parte das diretrizes da gestão do prefeito Abílio Brunini, que prioriza a manutenção urbana e o atendimento às comunidades, promovendo uma Cuiabá mais limpa, organizada e saudável para todos.

Vale ressaltar que a região central de Cuiabá, especialmente o Centro Histórico, é atendida diariamente pelas equipes de coleta de lixo, com uma rota exclusiva para a área durante a madrugada.

#PraCegoVer
Na imagem, dois trabalhadores da Prefeitura de Cuiabá realizam a limpeza de um bolsão de lixo próximo à Igreja do Rosário, na região central da capital. Vestindo uniformes verdes e equipados com EPIs, eles recolhem resíduos descartados irregularmente na calçada. Ao fundo, uma mini-escavadeira auxilia na remoção dos detritos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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