Search
Close this search box.

A participação da Central de Interpretação de Libras tem como objetivo garantir o acesso da comunidade surda

Central de Intérprete de Libras garante acessibilidade durante Mutirão do Programa SER Família em Cuiabá

Publicados

Cidades

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio da Central de Interpretação de Libras (CIL), iniciou nesta quarta-feira (2.7) o atendimento inclusivo com intérpretes de Libras durante o Mutirão do Programa SER Família, na unidade do Ganha Tempo Ipiranga, em Cuiabá. A iniciativa segue até esta quinta-feira (3.7).

A participação da Central de Interpretação de Libras tem como objetivo garantir o acesso da comunidade surda às inscrições do programa, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, que é defensora ativa das causas sociais e da inclusão.

“O Programa SER Família é uma política pública que visa alcançar todos, sem deixar ninguém para trás. A inclusão da comunidade surda nesse mutirão é um exemplo do nosso compromisso com a população. Fico feliz em ver a atuação da CIL promovendo cidadania e dignidade a quem mais precisa”, destacou a primeira-dama.

Por meio da atuação dos intérpretes da CIL, o mutirão proporciona um ambiente acessível e acolhedor, permitindo que pessoas surdas possam realizar o cadastro no programa e buscar informações de forma clara e eficiente.

Leia Também:  Pedra Preta comemora 46 anos com política voltada para o desenvolvimento

De acordo com Fátima Auxiliadora de Souza, moradora do CPA 4, é uma inclusão fundamental para as pessoas surdas.


Fátima Auxiliadora – Foto Por: João Reis
“Geralmente somos carentes de informações, muitos estão em situação de vulnerabilidade e não têm conhecimento dessas ações. Agradeço à CIL e à Setasc, pois esse trabalho facilita muito a nossa comunicação e garante que nossos direitos sejam respeitados”, afirmou.

O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes Haagsma, ressaltou a importância de ações como essa no fortalecimento da inclusão social.

“A atuação da Central de Libras nos mutirões do SER Família reforça nosso compromisso com uma política pública acessível, que reconhece e respeita as diversidades. Estamos trabalhando para que todos os cidadãos, sem exceção, tenham acesso aos programas sociais do Governo de Mato Grosso”, afirmou o secretário.

Para Daize Maria dos Santos, moradora do Centro da Capital, a ação marca um importante passo para a população surda, no acesso aos benefícios dos quais lhe são permitidos.

Leia Também:  Pra faculdade não tem idade’: a mensagem que Humberto Ferreira deixou na sua passagem por Cuiabá


Daize Maria – Foto Por: João Reis

“Agradeço por este trabalho, pois traz visibilidade e equidade para os surdos. O trabalho de interpretação de libras oferecido pela CIL, fortalece a busca pelos nossos direitos, além de termos acesso de forma eficiente e completa de informações. Agradeço à Setasc e a CIL pelo atendimento e por esta ação”, concluiu.

*Com supervisão de Layse Ávila

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cidades

No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

Publicados

em

O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

Leia Também:  Pra faculdade não tem idade’: a mensagem que Humberto Ferreira deixou na sua passagem por Cuiabá

 

Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

Leia Também:  Na COP30, o futuro é verde. O diesel também.

 

Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA