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Três pessoas são detidas pela Polícia Civil por invasão de terra em Chapada dos Guimarães

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A equipe de investigação da Delegacia de Chapada dos Guimarães conduziu, na manhã desta segunda-feira (19.08), três suspeitos pelos crimes de dano e invasão de terra. Os crimes ocorreram em uma propriedade na MT-020, na região do Distrito de Água Fria.

O proprietário da área já tinha registrado ao menos três boletins de ocorrência na Delegacia de Chapada dos Guimarães informando as invasões sistemáticas à sua propriedade rural, sendo realizadas diligências várias vezes ao local para identificar os invasores.

O delegado Eugenio Rudy Junior explicou é apurada a existência de uma associação criminosa que vem agindo na região de Chapada dos Guimarães e tem cooptado pessoas a realizarem invasões, com a falsa promessa de que receberão parte da terra.

“Tem chegado até nós muitas denúncias de invasões em área urbanas e rurais nos municípios de Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia e Planalto da Serra e percebemos a existência de várias pessoas que estão associadas para a prática desses crimes. Seremos implacáveis nas investigações”, informou o delegado”.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Caso Terezinha Silva de Souza 5 anos — Atualização em Rondonópolis

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O assassinato da ex-presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Terezinha Silva de Souza, continua sendo um dos casos que marcaram a história recente de Rondonópolis e segue com desdobramentos importantes mesmo após vários anos dos fatos.

O crime e o que aconteceu

Terezinha imagem internet (Google)

Terezinha foi executada a tiros no dia 15 de janeiro de 2021 enquanto se dirigia para o trabalho, no centro de Rondonópolis. Ela estava na caminhonete da autarquia quando dois homens em uma motocicleta se aproximaram e dispararam vários tiros contra o veículo, atingindo-a de forma fatal. O motorista sobreviveu com ferimentos leves. 

O crime chocou a cidade pela brutalidade e pela forma como foi cometido — em uma avenida movimentada, em horário de tráfego intenso e em plena luz do dia — e logo gerou diversas hipóteses sobre possíveis motivações e mandantes. 

Investigação e condenação

Após anos de investigação, um dos principais acusados pelo assassinato foi identificado pela Polícia Civil como ex-policial militar Edvan de Souza Santos. Ele foi indiciado e levado a julgamento. 

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Em março de 2025, Edvan foi condenado pelo Tribunal do Júri a 25 anos e 7 meses de prisão pelo homicídio qualificado de Terezinha, além de perder o posto na Polícia Militar. 

Segundo os autos, o ex-PM foi apontado como o condutor da motocicleta usada no crime, identificado por meio de perícias, depoimentos e imagens de câmeras de segurança. 

Motivação e mandantes ainda sem esclarecimento

Apesar da condenação do executor, até o momento não há confirmação oficial sobre o mandante ou a motivação exata que teria levado ao crime. Autoridades não divulgaram conclusões públicas sobre esse aspecto, deixando uma parte do caso ainda envolta em mistério para grande parte da população. 

Impacto e memória

O crime não só sacudiu a rotina de Rondonópolis como também levantou debates sobre segurança, pistolagem e proteção a figuras públicas. Em memória à sua trajetória de serviços prestados à cidade, Terezinha também recebeu homenagens: uma escola pública no residencial Celina Bezerra foi batizada com o seu nome em reconhecimento à sua contribuição ao município. 

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Resumo da situação atual:
 Terezinha foi assassinada em janeiro de 2021 no centro de Rondonópolis.

 Um dos acusados, ex-policial militar, foi condenado a mais de 25 anos de prisão pelo homicídio. 

 Mandante e motivação específica ainda não foram oficialmente esclarecidos. 

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