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Ponte não foi entregue

Prefeitura de Rondonópolis avalia demolir ponte recém-construída sobre o córrego Lajeadinho após identificação de falhas graves

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A Prefeitura de Rondonópolis estuda a possibilidade de demolir a ponte sobre o córrego Lajeadinho, localizada na Avenida Bandeirantes, no bairro Padre Rodolfo, de acordo com a atual gestão, a identificação de problemas estruturais graves na construção. E que “A situação preocupa autoridades e moradores da região,” uma vez que o investimento foi superior a R$ 3 milhões e pode ser perdido caso a estrutura precise ser reconstruída do zero. 

Segundo o poder público municipal, a ponte apresentou defeitos que podem comprometer a segurança, motivando um relatório técnico do Ministério Público de Mato Grosso ainda no fim de 2025, que havia recomendado reparos urgentes para evitar a deterioração da obra. A prefeitura também realizou auditorias internas que apontaram a necessidade de reforços na estrutura, colocando em dúvida a viabilidade de uma simples reforma. 

A obra de prolongamento da Avenida Bandeirantes, incluindo a ponte, foi executada durante a gestão anterior e já havia despertado preocupações da fiscalização técnica antes mesmo de sua conclusão, com questionamentos sobre erro no projeto e execução. Agora, a atual administração municipal aguarda um projeto técnico que definirá se a reforma é possível ou se a demolição e reconstrução completa será a melhor opção do ponto de vista econômico e de segurança pública. 

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Especialistas ouvidos por órgãos de imprensa também lembram que obras públicas que apresentam falhas estruturais pouco tempo após a entrega costumam exigir um rigoroso processo de análise para evitar riscos à população, reforçando a importância da definição técnica antes de qualquer decisão final. 

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Reforma da Escola Carlos Pereira Barbosa segue em reavaliação técnica após identificação de problemas estruturais

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A situação da reforma da Escola Municipal Carlos Pereira Barbosa, localizada no bairro Jardim Europa, em Rondonópolis, voltou a gerar dúvidas e preocupação entre mães de alunos da unidade. Nos últimos dias, a equipe da WebTV Mato Grosso foi procurada por um grupo de mães que buscava informações sobre o andamento da obra, que está em reforma há um período considerável.

O tema também ganhou repercussão em grupos de WhatsApp, como o Rondonópolis Verdade, onde moradores passaram a questionar prazos, segurança e os motivos da paralisação ou lentidão dos trabalhos. Diante disso, a WebTV Mato Grosso buscou ouvir os envolvidos e levantar informações para esclarecer a comunidade escolar.

Obra faz parte de convênio entre Estado e Município

A reforma da Escola Carlos Pereira Barbosa integra um convênio firmado entre a Prefeitura de Rondonópolis e o Governo do Estado de Mato Grosso, com recursos garantidos ainda em anos anteriores. A proposta inicial previa uma ampla reestruturação da unidade, com melhorias na parte física, salas de aula, quadra poliesportiva e demais espaços utilizados por alunos e servidores.

Com a formalização do convênio, coube ao Município a responsabilidade pela execução e acompanhamento técnico da obra.

Problemas não previstos no projeto original

Em resposta aos questionamentos encaminhados pela reportagem, a Secretaria Municipal de Educação, Esporte, Cultura e Lazer, por meio da Secretaria de Comunicação da Prefeitura, informou que, durante o andamento da obra e já na atual gestão, foram identificadas inconsistências relevantes que não estavam previstas no projeto originalmente aprovado.

Entre os principais pontos levantados pelas equipes técnicas estão comprometimentos estruturais no muro perimetral da escola e na estrutura da quadra poliesportiva. Segundo a administração municipal, essas situações poderiam representar risco à segurança de alunos, professores e demais servidores, o que levou à necessidade de reavaliações técnicas e ajustes no planejamento da obra.

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Segurança como prioridade

Ainda conforme a Prefeitura, a decisão de revisar o projeto e o andamento da reforma foi tomada justamente para evitar que a escola seja entregue com falhas estruturais, priorizando a segurança da comunidade escolar. Em obras de grande porte, especialmente em prédios antigos, é comum que problemas ocultos só sejam identificados após o início da execução.

A gestão municipal reforça que a obra continua sendo acompanhada tecnicamente e que as medidas adotadas visam garantir que, ao final, a escola ofereça um ambiente seguro e adequado para alunos e profissionais da educação.

Comunidade busca respostas

As mães ouvidas pela WebTV Mato Grosso relatam que a principal preocupação é a falta de informações claras sobre prazos e etapas da reforma, o que acaba gerando insegurança e rumores. Elas destacam que a intenção não é criar embates políticos, mas sim compreender o que está acontecendo e quando a escola poderá, de fato, estar pronta para atender os estudantes.

A reportagem reforça que permanece à disposição da comunidade escolar para acompanhar o caso e divulgar novas informações oficiais assim que forem repassadas pelos órgãos responsáveis.

A Prefeitura de Rondonópolis publicou na íntegra ao final desta matéria uma nota  garantindo transparência e acesso direto às informações prestadas pela administração municipal.

NOTA À IMPRENSA

A Secretaria Municipal de Educação, Esporte, Cultura e Lazer de Rondonópolis esclarece que a obra de reforma da Escola Municipal Carlos Pereira Barbosa, situada no bairro Jardim Atlântico, encontra-se em execução, atualmente na etapa de reboco, com início dos serviços de acabamentos, conforme cronograma físico-financeiro vigente.

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A referida obra é executada por meio de convênio firmado entre o Município de Rondonópolis e o Governo do Estado de Mato Grosso, sendo que, no decorrer da execução contratual, a atual gestão, ao assumir o acompanhamento técnico da obra, identificou inconsistências relevantes não previstas nos projetos originalmente aprovados.

Foram constatados comprometimentos estruturais no muro perimetral da unidade escolar e na estrutura da quadra poliesportiva, os quais configuram risco à segurança dos alunos, servidores e demais usuários do espaço. Tais patologias estruturais não foram identificadas, tampouco sanadas, pela gestão anterior, à época da elaboração dos projetos e da formalização do convênio.

Diante desse cenário, e em observância aos princípios da legalidade, eficiência, responsabilidade administrativa e, sobretudo, da segurança dos usuários, a atual gestão determinou a elaboração de projetos estruturais complementares, imprescindíveis para a adequada correção das inconformidades detectadas.

A Secretaria informa que esses projetos encontram-se em fase final de elaboração, etapa necessária e obrigatória para a formalização de termo aditivo de valor, conforme prevê a legislação vigente aplicável aos contratos administrativos e aos instrumentos de convênio.

Ressalta-se que a adoção dessas medidas visa assegurar a execução da obra com qualidade técnica, segurança estrutural e conformidade legal, reafirmando o compromisso desta gestão com a correta aplicação dos recursos públicos e com a integridade física da comunidade escolar.

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