Prefeitura da alegria
TROCA DE FIGURINHAS, ESPORTE E DIVERSÃO: Prefeitura promove segunda edição de evento voltado às famílias neste sábado
Cidades
Entrar no clima da Copa do Mundo vai muito além de assistir aos jogos. Pensando em reunir crianças, jovens e adultos em uma tarde de lazer, esporte e integração, a Prefeitura realiza neste sábado (4), das 13h às 17h, em frente ao Paço Municipal, a 2ª edição da Troca de Figurinhas da Prefeitura
A proposta é criar um ambiente onde os apaixonados pelo álbum da Copa possam completar suas coleções enquanto participam de diversas atividades recreativas gratuitas.
Além da tradicional troca de figurinhas, a programação contará com futebol de rua em golzinhos, partidas de futevôlei, futebol de mesa e uma divertida pintura 3D inspirada na torcida pelo sonhado hexacampeonato brasileiro.
Durante toda a tarde também haverá distribuição gratuita de água para os participantes, proporcionando mais conforto para quem pretende aproveitar o evento ao ar livre.
A iniciativa busca incentivar a convivência entre as famílias, estimular a prática esportiva e transformar a paixão pelo futebol em um momento de lazer para pessoas de todas as idades.
A Prefeitura convida toda a população para participar da programação, levando o álbum de figurinhas, a família e os amigos para uma tarde de muita diversão, integração e espírito esportivo. A expectativa é repetir o sucesso da primeira edição e reunir um grande público em frente ao Paço Municipal.
Cidades
MPF arquiva investigação sobre ingresso de filha de prefeito em Medicina na UFR após não encontrar indícios de irregularidade
O Ministério Público Federal (MPF) homologou o arquivamento da investigação que apurava supostas irregularidades no ingresso da estudante Maria Fernanda, filha do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), no curso de Medicina da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR).
A apuração teve início após uma denúncia que questionava a transferência da estudante de uma instituição privada para a universidade federal. A representação levantava suspeitas de possível favorecimento, sob o argumento de que ela teria deixado uma faculdade particular para ingressar na UFR sem utilizar os meios tradicionais de acesso ao ensino superior, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Durante a investigação, porém, os procuradores analisaram a documentação encaminhada pela universidade e concluíram que a estudante participou de um processo seletivo de transferência externa previsto nas normas da própria instituição, aberto a outros candidatos e conduzido com critérios objetivos.
De acordo com o MPF, a seleção foi baseada no Índice de Rendimento Acadêmico (IRA), indicador utilizado para classificar os candidatos, sem que fossem identificados privilégios ou qualquer tratamento diferenciado em favor da filha do prefeito.
A investigação também avaliou a possibilidade de eventual prática de improbidade administrativa por agentes públicos envolvidos no procedimento. No entanto, os procuradores entenderam que não surgiram elementos capazes de demonstrar violação aos princípios da administração pública ou qualquer conduta que justificasse a continuidade da apuração.
Na esfera criminal, a denúncia ainda mencionava possíveis crimes como falsidade ideológica, advocacia administrativa e prevaricação. Em razão da prerrogativa de foro do chefe do Poder Executivo municipal, o colegiado determinou o encaminhamento de cópia dos autos à Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1), responsável por avaliar exclusivamente eventual repercussão criminal dos fatos, conforme entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF). Esse encaminhamento, por si só, não representa abertura de ação ou reconhecimento de irregularidade.
A decisão pelo arquivamento da investigação relacionada à suposta improbidade administrativa foi homologada por unanimidade pelos membros do Ministério Público Federal, que concluíram não haver provas ou indícios suficientes para dar prosseguimento ao procedimento.
O caso ganhou repercussão nos últimos meses após questionamentos públicos sobre a legalidade da transferência da estudante para a universidade federal. Com a conclusão do MPF, a investigação na esfera cível foi encerrada sem que fossem constatadas irregularidades no processo seletivo analisado.
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