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Amsterdã: o cookie da Van Stapele que todo mundo quer provar

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Amsterdã: o cookie da Van Stapele que todo mundo quer provar
Maurício Brum

Amsterdã: o cookie da Van Stapele que todo mundo quer provar

A Van Stapele Koekmakerji foi inaugurada em dezembro de 2013, mas alcançou um novo patamar de sucesso dez anos depois. Desde 2023, vídeos que mostram o seu cookie viralizaram no Instagram e no TikTok e fizeram com que a loja se tornasse uma atração em Amsterdã .

Com uma única loja no número 17 da Rokin, uma das principais avenidas da cidade, a Van Stapele vende apenas um tipo de biscoito. A receita, que já é mencionada em postagens nas redes sociais como sendo o “cookie mais famoso da Europa”, consiste em uma massa crocante nas bordas de chocolate amargo e um recheio cremoso de chocolate branco.

A partir do momento que o estabelecimento abre as portas, às 10h, não param de sair novas fornadas. Por isso, a promessa é de encontrar um cookie fresquinho a qualquer hora do dia.

Não há um horário exato de fechamento: a produção vai se encerrando no final da tarde e a loja permanece aberta até vender o último cookie. Porém, o site da Van Stapele avisa que os cookies só são garantidos até às 16h. Chegando depois disso, corre-se o risco de ficar sem.

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Outro ponto para ter em mente é que, justamente por causa dos vídeos virais, pode haver uma fila considerável na porta. A Van Stapele afirma no site que a espera não costuma demorar mais que cinco minutos, mas há relatos nas redes de pessoas que tiveram que aguardar até meia hora.

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Um único cookie sai por € 3, enquanto seis cookies são vendidos pelo valor promocional de € 15. Também há a opção de levar de lembrança uma latinha da loja, que custa € 5 e armazena até oito cookies. Os biscoitos podem ser consumidos em até quatro dias e reaquecidos no forno ou em uma frigideira.

Serviço

Onde? Rokin, 17 – Amsterdã.

Quando? Diariamente, das 10h até o último cookie ser vendido (mais seguro chegar até 16h).

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Quanto? € 3 a unidade.

Leia tudo sobre Amsterdã

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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