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Dubai: 5 doces para experimentar no emirado

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Dubai: 5 doces para experimentar no emirado
DA REDAÇÃO

Dubai: 5 doces para experimentar no emirado

Uma das mais novas atrações de Dubai , o Museum of Candy é o primeiro museu do mundo dedicado exclusivamente aos doces. Com 15 salas temáticas, cada uma celebrando uma sobremesa famosa, o espaço proporciona uma experiência imersiva e lúdica. Além de se divertir, os visitantes têm a oportunidade de aprender sobre as últimas tendências em confeitaria e interagir com chefs renomados.

Além do novo museu, Dubai possui uma série de outros endereços atrativos para quem não abre mão de um docinho. Confira, a seguir, algumas opções icônicas do emirado:

Chocolate ‘viralizado’

Um verdadeiro fenômeno nas redes sociais, especialmente no TikTok, a Fix Dessert Chocolatier se destacou com sua famosa barra de chocolate recheada de pistache, inspirada na tradicional sobremesa do Oriente Médio, o knafeh. Com um toque artístico, os chocolates apresentam recheios exóticos como latte, karak e pretzel, em combinações únicas que conquistam paladares ao redor do mundo.

Chocolate ao leite de camela

A Al Nassma vende chocolate ao leite de camela. Considerado uma alternativa mais saudável ao leite de vaca, devido à sua riqueza em vitaminas e minerais, esse chocolate é enriquecido com ingredientes exóticos como nozes, mel e especiarias locais. Uma excelente opção de presente para levar de Dubai.

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Al Nassma, Dubai, Emirados Árabes
Chocolates ao leite de camela, como os que são vendidos pela Al Nassma, rendem ótimos souvenires //Divulgação

Um tributo à culinária local

A Mirzam é uma chocolateria artesanal renomada que se destaca por dominar todo o processo de produção, desde a seleção dos grãos de cacau até a fabricação do chocolate em seus ateliês. Com sabores que homenageiam as antigas rotas comerciais, como canela, café árabe e rosas, a marca oferece chocolates únicos. O chocolate amargo com sal marinho e Halwa, um doce tradicional do Oriente Médio, é uma pedida imperdível que captura a essência da culinária da região.

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Mirzam, Dubai, Emirados Árabes
Chocolates artesanais da Mirzam //Divulgação

Tâmaras premium

A Bateel é uma marca de luxo em Dubai , reconhecida desde 1991 por suas tâmaras de alta qualidade, cultivadas organicamente. Visite um dos vários cafés Bateel , incluindo uma unidade no Dubai Mall , para degustar chocolates, doces e tâmaras. O cardápio inclui variedades raras como Medjool, Ajwa e Khidri, conhecidas por seu sabor rico e textura macia. As tâmaras da Bateel são também uma excelente opção de souvenir.

Bateel, Dubai, Emirados Árabes
Tradicionais tâmaras da Bateel //Divulgação

Sobremesa tradicional em Old Dubai

Para saborear uma das sobremesas mais emblemáticas do Oriente Médio, o Knafe, não deixe de visitar a região de Old Dubai . Na Qwaider Al Nabulsi Sweets , uma joia escondida no bairro de Deira, você pode experimentar um delicioso Knafe palestino, preparado com queijo Nabulsi e coberto com massa Kataifi fina e crocante. Uma verdadeira delícia reconfortante e acessível.

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Knafe
A Qwaider Al Nabulsi Sweets faz um ótimo knafe //Divulgação

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Fonte: Turismo

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Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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