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Experiência imersiva de ‘Friends’ chega a São Paulo em novembro

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Experiência imersiva de ‘Friends’ chega a São Paulo em novembro
Rebeca de Ávila

Experiência imersiva de ‘Friends’ chega a São Paulo em novembro

They’ll be here for us! Em comemoração aos trinta anos do lançamento da série, a exposição The Friends Experience chega ao Shopping Cidade São Paulo , na capital paulista, em novembro. Até março de 2025, a mostra vai levar o público para dentro dos cenários icônicos e permitir interações com figurinos e objetos utilizados em cena.

A exposição já rodou por 25 cidades em oito países nos últimos cinco anos e agora traz o sofá laranja do Central Perk para a América Latina pela primeira vez.

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A mostra promete a experiência de jogar pebolim no apartamento de Joey e Chandler, conversar na cozinha do apartamento de Monica e Rachel, tirar fotos com a icônica porta roxa, dançar em frente à fonte da abertura da série e conhecer os bastidores da produção.

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Enquanto a exposição não começa, é possível clicar a porta, que foi espalhada por quatro lugares de São Paulo . Visite-as até 22 de setembro nos endereços abaixo:

Sede do Nubank – Rua Capote Valente, 39, Pinheiros;

Shopping Cidade São Paulo (marquise externa da entrada principal) – Av. Paulista, 1230, Bela Vista;

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Praça Oswaldo Cruz , em frente ao Shopping Pátio Paulista, na Avenida Paulista, 52;

Parque Ibirapuera (praça de alimentação perto do Pavilhão das Culturas Brasileiras) – Av. Pedro Álvares Cabral, Vila Mariana.

Porta Friends, sede Nubank, São Paulo
Porta em frente à sede do Nubank Nubank/Divulgação

Ainda não há data para a abertura da experiência imersiva ou para o início da venda geral dos ingressos. Pré-venda exclusiva para clientes Nubank deve começar a partir de 22 de setembro. Entre na lista de espera para receber informações sobre a liberação dos ingressos .

Leia tudo sobre São Paulo

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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