Turismo
Incêndios em Los Angeles: saiba as atrações turísticas fechadas devido à emergência
Turismo

Um incêndio de grandes proporções continua devastando a região de Los Angeles, nos Estados Unidos, causando mortes, destruição e afetando severamente a rotina da cidade. Autoridades locais mantêm ordens de evacuação em várias áreas enquanto as chamas avançam rapidamente, impulsionadas por ventos fortes e condições climáticas adversas.
Vários dos destinos mais icônicos de Los Angeles foram fechados para garantir a segurança de visitantes e funcionários. A Universal Studios Hollywood e o Universal CityWalk, por exemplo, suspenderam as operações desde quarta-feira (08) e seguem sem previsão de reabertura.
“A segurança dos nossos membros e hóspedes é nossa prioridade. Estamos monitorando a situação e atualizando as informações em nosso site”, afirmou o parque em comunicado oficial. O Pacific Park, localizado no Píer de Santa Monica, também interrompeu as atividades seguindo orientações das autoridades.
Em comunicado, representantes do parque reforçaram o pedido para que moradores e turistas evitem deslocamentos desnecessários, especialmente nas áreas mais afetadas pelo incêndio.
Entre as regiões mais impactadas, Hollywood foi severamente atingida, resultando na evacuação de pontos turísticos como a Hollywood Boulevard, o Teatro Dolby e a famosa Calçada da Fama. Apesar do rápido avanço das chamas, o letreiro de Hollywood permanece intacto, mas o acesso ao local foi bloqueado como medida de precaução.
O Runyon Canyon Park, situado nas colinas de Hollywood, é outra área que sofreu danos significativos, enquanto o Griffith Park, o Observatório Griffith, e o Zoológico de Los Angeles permanecem fechados até novo aviso. Museus e centros culturais também foram afetados.
O Getty Villa e o Getty Center anunciaram que devem reabrir apenas no início da próxima semana, enquanto o Los Angeles County Museum of Art (LACMA) não confirmou quando retomará as atividades. Além disso, o Warner Bros. Studio Tour Hollywood suspendeu visitas desde o dia 9 de janeiro, citando os riscos associados aos ventos e às condições de incêndio.
Durante uma coletiva de imprensa, representantes do Condado e da Cidade de Los Angeles reforçaram o pedido para que viagens não essenciais sejam evitadas. A prioridade no momento é facilitar evacuações e permitir que equipes de emergência combatam as chamas de forma mais eficaz.
Fonte: Turismo
Curiosidades
Lago Paranoá: A moldura líquida da capital
Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.
Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.
No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”.
As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores.
Água, terra e pessoas
Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia.
“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…”
Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas.
Um lago de muitos propósitos
Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m.
Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital.
Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios.
Por que essa história importa?
nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.
Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.
vídeo YouTube página Tesouros do Brasil
-
Cidades7 dias atrásGincana do Caminhoneiro movimenta Rondonópolis e valoriza profissionais das estradas
-
Cidades5 dias atrásPrefeitura determina retirada de idosos de instituição alvo de ação judicial em Rondonópolis
-
Curiosidades5 dias atrásApós décadas de espera, Sagrada Família recebe ordem de serviço para pavimentação
-
Curiosidades3 dias atrásPrefeitura encaminha projeto à Câmara para garantir entrada gratuita em todas as noites da 52ª Exposul
-
Agronegócio1 dia atrásLocutor Almir Cambra está confirmado na Exposul 2026
-
Cidades3 dias atrásPrefeitura entrega 2,5 mil kits pedagógicos e reforça apoio aos professores da rede municipal
-
Cidades16 horas atrásNo mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção