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Passeios que são a cara do Halloween em 7 destinos pelo mundo

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Passeios que são a cara do Halloween em 7 destinos pelo mundo
DA REDAÇÃO

Passeios que são a cara do Halloween em 7 destinos pelo mundo

No final de outubro, inicia-se uma das épocas mais misteriosas do ano. Ao redor do mundo, celebrações giram em torno da conexão entre os vivos e os mortos, desde o Halloween (ou Dia das Bruxas) até o Dia de Finados. Festividades que nos levam a refletir sobre o além, honrar os entes queridos que se foram e, em muitos casos, celebrar a vida com rituais repletos de mistério e tradição. Cada cultura lida com esse tema de maneira única.

Pensando nisso, a plataforma de reserva de passeios Civitatis selecionou experiências que são a cara do Dia das Bruxas em sete destinos pelo mundo:

1. Cidade do México

No México , a morte é celebrada com luz e cor. O Dia dos Mortos é uma das festividades mais emblemáticas do país, quando as famílias homenageiam seus entes queridos com altares, flores e desfiles vibrantes. Se você for visitar a capital mexicana neste período, não perca o tour do Dia dos Mortos , uma experiência que te imerge nessa tradição. Para quem tem mais tempo, o tour do Dia dos Mortos em San Miguel de Allende , a cerca de 280 km da Cidade do México , é outra excelente opção.

Día de Los Muertos, México
O Día de los Muertos é festejado com procissão, oferendas e fantasias Mario Rodriguez/Unsplash

2. Veneza

Veneza é mundialmente conhecida por sua beleza, mas ao cair da noite, suas ruas revelam um lado sombrio. Para explorar a cidade e conhecer suas histórias mais perturbadoras, recomendamos o free tour pela Veneza desconhecida e o free tour das lendas de Veneza . Enquanto caminha por seus canais e becos, você será transportado a uma época de sagas e crimes antigos. Uma maneira inusitada de descobrir a “Sereníssima”.

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Máscaras de Carnaval em Veneza
A peste bubônica assolou Veneza no século 15 Civitatis/Divulgação

3. Romênia

Tem lugar mais aterrorizante do que o Castelo do Drácula? O mito do Drácula se baseia na figura histórica de Vlad Tepes Drăculea, o “Empalador”, que governou a Transilvânia no século XV. Rodeado de histórias sangrentas, Vlad inspirou o famoso personagem vampiro do escritor irlandês Bram Stoker. Para quem tem curiosidade de descobrir a verdade por trás do mito, a excursão aos castelos de Bran e Peles que sai de Bucareste é imperdível.

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Castelo de Bran, Romênia
Castelo de Bran, conhecido como o Castelo de Drácula Civitatis/Divulgação

4. Santiago de Compostela

Galícia , terra de antigas lendas celtas e bruxas, é o destino ideal para uma experiência sobrenatural. Em Santiago de Compostela , o free tour de mistérios e lendas de Santiago conduz os visitantes pelos segredos mais sombrios da cidade. Além disso, participe de uma oficina de queimada , a tradicional bebida galega, e aprenda a preparar o famoso “conxuro” que afasta as bruxas.

Parque Bonaval, Santiago de Compostela
Parque Bonaval, onde há ruínas de um antigo cemitério Civitatis/Divulgação

5. Edimburgo

A capital da Escócia é perfeita para os amantes de histórias de fantasmas. Cada canto de Edimburgo está envolto em mistério, o que a torna um local ideal para viver o Halloween. Não é por acaso que J.K. Rowling encontrou aqui a inspiração para o universo mágico de sua famosa saga. Aproveite para mergulhar nesse universo com o tour de Harry Potter por Edimburgo .

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Beco Diagonal, Escócia
O Beco Diagonal de Harry Potter foi inspirado na Victoria Street Civitatis/Divulgação

6. Barcelona

Com sua vida vibrante e arquitetura deslumbrante, Barcelona esconde um lado sombrio. Lugares icônicos como o Bairro Gótico e Las Ramblas guardam segredos sinistros. O tour dos fantasmas de Barcelona oferece uma oportunidade única de conhecer as lendas mais assustadoras da cidade, explorando seus cantos mais obscuros.

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Arco do Triunfo, Barcelona, Espanha
Arco do Triunfo Civitatis/Divulgação

7. Praga

Envolta em mistério, Praga é o lar de lendas e histórias de alquimistas. O free tour dos mistérios e lendas de Praga revela os episódios mais assustadores da Cidade Velha, contrastando com sua beleza encantadora. Um mergulho profundo na história sombria dessa cidade.

Cidade Velha, Praga
Igreja gótica de Nossa Senhora Diante de Týn, na Praça da Cidade Velha Civitatis/Divulgação
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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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