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Paula Calil preside primeira sessão da Mesa Diretora formada por mulheres na Câmara de Cuiabá

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Cuiabá

07/01/2025
Paula Calil preside primeira sessão da Mesa Diretora formada por mulheres na Câmara de Cuiabá
Um ato que vai ficar marcado na história do legislativo cuiabano. Assim, ocorreu a primeira sessão extraordinária da Câmara Municipal de Cuiabá, realizada na tarde desta terça-feira (07), presidida por uma mulher, a vereadora Paula Calil (PL).&nbsp
É a primeira vez na história da cidade que o parlamento tem a composição de uma Mesa Diretora formada integralmente por mulheres para o exercício do biênio 2025-2026.&nbsp
Além de Paula, compõem a bancada as vereadoras: Maysa Leão (Republicanos) como vice-presidente, Michelly Alencar (União), com a segunda vice-presidência, Katiuscia Manteli (PSB) como primeira-secretária e Doutora Mara (Republicanos) como segunda-secretária.&nbsp
Paula destaca que a conquista reflete um desejo de mudança da população, oportunizando a equiparação de gênero, demonstrando a força que as mulheres vêm conquistando na sociedade, alcançando cargos, anteriormente, inimagináveis.&nbsp
“Sempre tivemos e vimos os homens, não desmerecendo, em lugares de destaque e poder e o por quê não as mulheres? Essa foi a vontade que nos motivou a disputar o pleito e ir em busca da vitória. Queremos acolher e que todos sejam representados por nós, independentemente de suas particularidades”, declarou.&nbsp
Em eleição realizada durante posse da nova legislatura, em 1º de janeiro deste ano, a chapa saiu vencedora com 19 votos.&nbsp
Além das integrantes da Mesa Diretora, outras três parlamentares alcançaram sucesso na eleição municipal: Baixinha Giraldelli (Solidariedade), Maria Avalone (PSDB)&nbsp e Samantha Iris (PL) – esta como a mais votada. Ao todo, as parlamentares representam 30% do plenário, que tem 27 vereadores atualmente eleitos.
Da Assessoria – Nathany Gomes&nbsp

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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