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Projeto de lei de Adevair Cabral para alterar denominação de rua no CPA 3 é aprovado por 14 votos

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Cuiabá

06/06/2024
Projeto de lei de Adevair Cabral para alterar denominação de rua no CPA 3 é aprovado por 14 votos

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou na sessão de terça-feira (04.06), com 14 votos favoráveis, o projeto de lei do vereador Adevair Cabral (SD) que denomina a Rua 73 do Núcleo Habitacional CPA III, Setor I, do Bairro Morada da Serra, como Rua Maria do Rosário de Almeida. A iniciativa homenageia uma moradora histórica e querida da comunidade local.

Maria do Rosário de Almeida, conhecida carinhosamente como Dona Maria, nasceu em 28 de junho de 1921 em Poconé, Mato Grosso. Em 1974, ela se mudou para Cuiabá com seu marido e filhos em busca de melhores condições de vida. Dona Maria era conhecida por sua habilidade na cozinha, fazendo bolos, doces e licores, e trabalhou como responsável pela cozinha do Balneário Dr. Meirelles entre 1976 e 1982.

Dona Maria viveu na Rua 73 do CPA III até seu falecimento em 20 de junho de 2005. Ela era uma figura central na comunidade, conhecida por sua hospitalidade e dedicação às festas religiosas de São Sebastião e Santa Ana, que organizava em sua residência. Estas festas incluíam procissões, missas, jantares e danças tradicionais, como Cururu e Siriri, e eram oferecidas gratuitamente.

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“A proposta de renomear a Rua 73 para Rua Maria do Rosário de Almeida busca reconhecer a dedicação e o impacto positivo que Dona Maria teve na comunidade do Bairro Morada da Serra. Por isso, nada mais justo do que homenagear uma cidadã tão estimada, que deixou um legado de acolhimento e ajuda ao próximo”, argumentou o vereador.

Na justificativa do projeto, Cabral destacou a vida de luta e serviço de Dona Maria, lembrando de sua generosidade e das contribuições significativas para a coesão social e cultural da comunidade.

“Sua residência sempre esteve aberta para filhos, netos, bisnetos, parentes, amigos, vizinhos e até políticos, acolhendo todos com muita alegria”, finalizou o vereador.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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