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Fintech passa a oferecer chip de internet grátis para viagens ao exterior

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Fintech passa a oferecer chip de internet grátis para viagens ao exterior
Maurício Brum

Fintech passa a oferecer chip de internet grátis para viagens ao exterior

Fintech brasileira com escritório nos Estados Unidos, a Nomad oferece conta global em dólar com cartão de débito internacional ( saiba mais sobre essa e outras opções disponíveis no mercado aqui) .

Recentemente, a empresa anunciou uma nova vantagem para os membros do seu programa de fidelidade, o Nomad Pass: os clientes terão direito a um chip de telefone gratuito, que funciona em mais de 40 países das Américas e da Europa. O eSIM terá pacote de dados ilimitado para aqueles que atingirem o nível mais alto do programa. Veja como funciona:

Como funciona o Nomad Chip

Clientes que estejam entre os níveis 1 e 4 do Nomad Pass têm direito a eSIM de 1 GB gratuito por 7 dias. Para aqueles que atingiram o nível 5, o pacote de dados no exterior é ilimitado, por um período de 15 dias. Também será possível comprar mais dados: um pacote de 3 GB válido por 30 dias, por exemplo, sai por US$ 6 na Europa e US$ 7 nos Estados Unidos.

Confira o passo a passo para obter o Nomad Chip:

  1. Faça login na sua conta no app da Nomad
  2. Acesse o “Shop”
  3. Selecione a opção “Chip”
  4. Em seguida, clique em “Quero meu Nomad Chip”
  5. Responda à pergunta sobre onde você quer utilizar o eSIM (em um primeiro momento, as opções estão limitadas aos Estados Unidos, Europa e América Latina).
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É possível habilitar o chip virtual somente no momento da viagem, seguindo as instruções do app de acordo com o sistema operacional (iOS ou Android). Para mais informações, acesse o site oficial .

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Lembrando que o eSIM é totalmente virtual, ou seja, não há um chip físico para instalar em seu celular (é preciso verificar se o seu celular suporta um eSIM). Isso também significa que você não precisa remover o chip que já utiliza habitualmente no Brasil. Devidamente habilitado, o eSIM funciona como um SIM internacional pré-pago, com pacote de dados, mensagens e telefonia de acordo com o pacote selecionado.

Onde o chip funciona

Até o momento, o Nomad Chip está disponível para uso em pouco mais de 40 países, divididos entre:

  • América do Norte: Estados Unidos
  • América Latina: Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Guiana, México, Peru e Uruguai
  • Europa: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Liechtentein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Romênia, Suécia, Suíça, Turquia e Vaticano
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Fonte: Turismo

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Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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