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Os bares favoritos do chef Thiago Bañares na Europa

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Os bares favoritos do chef Thiago Bañares na Europa
DA REDAÇÃO

Os bares favoritos do chef Thiago Bañares na Europa

Super Lyan , em Amsterdã

“O lugar, que fica a um pulo da estação central de trens de Amsterdã, é tocado pelo indiano Ryan Chetiyawardana, mais conhecido como Mr. Lyan. Ele é bastante reconhecido na coquetelaria e já foi premiado como um dos melhores bartenders do mundo. No Super Lyan, os coquetéis são incríveis, especialmente os autorais. Não deixe de provar o jenever, destilado holandês que é um parente do gin”.

Nieuwezijds Voorburgwal 3

La Venencia , em Madri

“Considero o La Venencia um dos melhores bares que existem. O carro-chefe da casa é o jerez [vinho fortificado]. O lugar é super antigo, abriu as portas em 1922, e os donos proíbem que os clientes tirem fotos lá dentro. Você primeiro escolhe a bebida e só depois é que fornecem a comida, que costuma ser um prato de lombo de porco curado, azeitonas e queijos. É incrível, eu bebi lá o melhor jerez da minha vida. O lugar fica a meio caminho entre a Plaza Mayor e o Museu do Prado.”

Calle de Echegaray, 7

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Quattro Teste , em Lisboa

“Os proprietários são um casal: ela italiana, a Marta, ele um basco, o Alfonso e o cardápio divide-se nessas duas nacionalidades. Uma sidra basca com um pintxo de escabeche ou então um negroni ou um espresso livornese descem muito bem. O Quattro Teste fica perto do Castelo de São Jorge, então é possível emendar a visita com drinks.”

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Rua São Cristóvão, 32

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Rita’s Tiki Room , em Milão

“Um lugar em Milão que não pode faltar é o Rita’s Tiki Room , que fica em Navigli, um bairro com muitos canais e uma série de bares e restaurantes. É imperdível. O Rita’s é um incrível bar tiki [inspirado na cultura polinésia ‘exótica’ e tropical, presente do menu à decoração, com drinks feitos à base de rum]. Não tinha visto nada parecido antes.”

Ripa di Porta Ticinese, 69

Backdoor 43 , Mag e Iter , em Milão

“O Backdoor 43, o Mag e o Iter são três bares do mesmo grupo, colados um no outro no bairro de Navigli. O Backdoor 43 é o menor bar do mundo, onde só cabe um bartender e três clientes por vez. O Mag é um cocktail bar super antigo, que abre às 7h e fecha de madrugada – você pode tomar café da manhã ou, à tarde, o aperitivo, que é o happy hour de lá. Já o Iter é um restaurante que muda de conceito duas vezes por ano, de acordo com a pesquisa da equipe. Quando eu fui, o tema era o México. Tudo é feito na Itália, mas os produtos, em alguma etapa do processo, têm a mão de algum mexicano – um mezcal vindo de lá, por exemplo”.

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Ripa di P.Ticinese

Quimet & Quimet , em Barcelona

“Um lugar que eu gosto muito é o Quimet & Quimet , um clássico bar de tapas para beber vermute on tap, isto é, direto das torneiras. E pra acompanhar, montaditos e tapas frias feitas com enlatados da casa, incrível. É parada obrigatória no Poble Sec.”

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Carrer del Poeta Cabanyes, 25

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Chef Thiago Bañares Thiago Bañares é chef e proprietário do Tan Tan Noodle Bar, do Kotori e do The Liquor Store, todos em São Paulo. O Tan Tan figura na lista dos 50 melhores bares do mundo no prêmio The 50 Best ; no ranking de 2024, divulgado em outubro, a casa passou a ocupar o 31º lugar (em 2023, o Tan Tan estava no 56º lugar, na chamada lista estendida).

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Fonte: Turismo

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Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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