Cuiabá
Semob alerta que intervenção de trânsito no viaduto do CPA deve durar duas semanas
Cuiabá
A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) esclarece que a intervenção realizada no Viaduto do CPA, localizado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, desde a última segunda-feira (13), é temporária, com previsão de conclusão em até duas semanas.
As obras, que visam corrigir problemas estruturais na cabeceira do viaduto, incluem a instalação de placas externas no acabamento lateral, garantindo a segurança na circulação de pedestres na Avenida Miguel Sutil. Trata-se de uma intervenção parcial, planejada para minimizar os impactos no trânsito. Após análise da equipe de engenharia, foi adotado um desvio para manter a circulação de veículos de forma controlada.
O fluxo na região está funcionando satisfatoriamente, e agentes de trânsito estão posicionados nos horários de pico para garantir a fluidez e auxiliar em eventuais ajustes.
A Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) já está realizando os reparos necessários. Para possibilitar os trabalhos, o sentido centro-bairro foi desviado para a parte inferior do viaduto, transformando a via em uma pista de mão dupla temporária.
A Diretoria de Trânsito da Semob monitora diariamente os impactos das obras e realiza estudos para minimizar transtornos. Em situações de intervenções mais prolongadas, como as obras realizadas na Avenida Historiador Rubens de Mendonça e na Avenida Miguel Sutil, ajustes contínuos são implementados para gerenciar os efeitos no tráfego.
A equipe de gerenciamento de crise da Semob também está identificando rotas alternativas para reduzir os impactos. Contudo, obras de grande porte, como o projeto do BRT (Bus Rapid Transit), inevitavelmente causam transtornos e requerem um planejamento de longo prazo.
A Semob pede a colaboração dos motoristas, reforçando a importância de atenção redobrada nas áreas de intervenção. Para minimizar contratempos, recomenda-se o uso de aplicativos de trânsito para identificar rotas menos congestionadas e evitar as áreas afetadas pela obra.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio
A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).
O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens.
O áudio e o teor da gravação
O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.
O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo.
Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio.
Reação política e jurídica
Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto.
O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.
Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática.
Posicionamento da redação do PNB Online
Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.
Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade.
Contexto mais amplo
O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)
Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.
Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.
Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.
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