Polícia
Autor de roubo em loja de som automotivo na capital tem mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil
Polícia
Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá cumpriram nesta quarta-feira (15.05) o mandado de prisão contra o autor de um roubo a uma loja de som automotivo, ocorrido em janeiro deste ano na capital.
A.F.S., de 29 anos, teve a prisão decretada pelo roubo qualificado, após a investigação da delegacia especializada identificá-lo como o criminoso que entrou armado no estabelecimento comercial, localizado no bairro Bosque da Saúde. Junto com um comparsa, ele foi à loja no fim da tarde de 30 de janeiro deste ano e mandou que funcionários do local entregassem objetos pessoais, como correntes e pulseiras de ouro.
O mandado de prisão preventiva foi cumprido na cadeia pública de Diamantino, onde A.F.S. já estava detido em razão de outro crime, porte ilegal de arma de fogo, cometido na cidade de São José do Rio Claro. O criminoso tem condenações ainda por homicídios em Cuiabá e Rio Verde (GO)
Quando cometeu o roubo em Cuiabá, A.F.S. estava em liberdade condicional, com monitoramento por tornozeleira. Em depoimento à equipe da Derf Cuiabá, ele confessou o crime e dise que havia rompido o equipamento de monitoração eletrônica.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Curiosidades
Fim dos “rolezinhos”? Nova lei entra em vigor e muda rotina em Rondonópolis
O barulho das motos em alta velocidade, as manobras arriscadas e as madrugadas interrompidas por grupos de motociclistas podem estar com os dias contados em Rondonópolis.
Já está em vigor no município a lei que proíbe os chamados “rolezinhos” — encontros de motociclistas que, segundo o poder público, vinham causando transtornos frequentes à população.
A medida, proposta por um vereador foi promulgada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial, passando a valer com aplicação de multas e outras penalidades.
Reclamação antiga da população
A nova legislação surge em meio a um cenário que já vinha sendo acompanhado pelas forças de segurança. Nos últimos anos, operações policiais foram realizadas para conter esse tipo de prática.
Em uma dessas ações, a Polícia Militar chegou a impedir um “rolezinho” com dezenas de motociclistas, muitos sem capacete, sem placa e com escapamentos adulterados — situação que terminou com apreensão de veículos e aplicação de multas.
Casos como esse reforçaram a pressão popular por medidas mais duras.
O que diz a nova lei
A legislação define como “rolezinho” o agrupamento de motociclistas que:
- provocam barulho excessivo
- realizam manobras perigosas
- desrespeitam leis de trânsito
- causam tumulto nas vias públicas
A partir de agora, ao serem registradas ocorrências, haverá atuação conjunta entre:
- Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob)
- Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp)
- forças policiais
A penalidade começa com multa de 25 UFRs, podendo dobrar em caso de reincidência.
Nem todo motociclista entra na regra
Um ponto importante da lei é a separação entre perfis:
Motociclistas organizados, como moto clubes, seguem autorizados a realizar eventos — desde que comuniquem previamente às autoridades.
Já ações desordenadas, com risco à segurança e perturbação, passam a ser enquadradas diretamente na nova norma.
Mais que punição: tentativa de mudança cultural
Além da punição, a lei também abre espaço para parcerias com moto clubes em ações educativas.
A ideia é clara: não é só proibir, mas mudar comportamento.
Em uma cidade que cresce rápido e enfrenta desafios no trânsito, a medida busca equilibrar o direito de ir e vir com o direito ao sossego — um tema que, nas ruas e nas redes sociais, já vinha gerando debate há tempos.
O que muda na prática
Na rotina do morador, a expectativa é simples:
- menos barulho durante a noite
- mais fiscalização nas ruas
- resposta mais rápida às denúncias
Mas, como toda nova lei, o impacto real deve aparecer com o tempo — principalmente na forma como será fiscalizada.
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