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Polícia Civil cumpre 5 mandados de busca contra organização criminosa em Nova Bandeirantes

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Cinco mandados de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos na Operação Farmako, deflagrada pela Polícia Civil, nesta terça-feira (12.11), no município de Nova Bandeirantes.

As ordens judiciais foram expedidas pela da Comarca de Nova Monte Verde, após investigação da Delegacia de Nova Bandeirantes. A ação contou com apoio da Polícia Militar do 5º Pelotão.

As buscas foram realizadas em endereços alvos em Nova Bandeirantes e no distrito de Japuranã. Foram apreendidos balança de precisão, tablete e porções de maconha, dinheiro, munição calibre 38, estojo deflagrado calibre 32, e celulares.

Em uma das casas, a equipe apreendeu munição e um vaso com uma planta de maconha de aproximadamente 1,5 metro de altura. O suspeito de 41 anos foi conduzido para esclarecimento.

No segundo local, os policiais civis localizaram um tablete de maconha e mais porções da mesma substância. O morador também foi detido em flagrante.

Conforme o delegado, Alexandre Kemp, a operação é resultado de investigação preliminar realizada há alguns meses pelos policiais civis e visa apreender aparelhos celulares, drogas e armas pertencentes a integrantes da facção criminosa.

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“A ação demonstra o compromisso da Polícia Civil no combate ao tráfico de drogas e demais crimes vinculados a esse tipo de conduta criminosa”, destacou o delegado de Nova Bandeirantes.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Fim dos “rolezinhos”? Nova lei entra em vigor e muda rotina em Rondonópolis

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O barulho das motos em alta velocidade, as manobras arriscadas e as madrugadas interrompidas por grupos de motociclistas podem estar com os dias contados em Rondonópolis.

Já está em vigor no município a lei que proíbe os chamados “rolezinhos” — encontros de motociclistas que, segundo o poder público, vinham causando transtornos frequentes à população.

A medida, proposta por um vereador foi promulgada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial, passando a valer com aplicação de multas e outras penalidades.

Reclamação antiga da população

A nova legislação surge em meio a um cenário que já vinha sendo acompanhado pelas forças de segurança. Nos últimos anos, operações policiais foram realizadas para conter esse tipo de prática.

Em uma dessas ações, a Polícia Militar chegou a impedir um “rolezinho” com dezenas de motociclistas, muitos sem capacete, sem placa e com escapamentos adulterados — situação que terminou com apreensão de veículos e aplicação de multas. 

Casos como esse reforçaram a pressão popular por medidas mais duras.

 O que diz a nova lei

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A legislação define como “rolezinho” o agrupamento de motociclistas que:

  • provocam barulho excessivo
  • realizam manobras perigosas
  • desrespeitam leis de trânsito
  • causam tumulto nas vias públicas

A partir de agora, ao serem registradas ocorrências, haverá atuação conjunta entre:

  • Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob)
  • Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp)
  • forças policiais

A penalidade começa com multa de 25 UFRs, podendo dobrar em caso de reincidência.

Nem todo motociclista entra na regra

Um ponto importante da lei é a separação entre perfis:

 Motociclistas organizados, como moto clubes, seguem autorizados a realizar eventos — desde que comuniquem previamente às autoridades.

  Já ações desordenadas, com risco à segurança e perturbação, passam a ser enquadradas diretamente na nova norma.

  Mais que punição: tentativa de mudança cultural

Além da punição, a lei também abre espaço para parcerias com moto clubes em ações educativas.

A ideia é clara: não é só proibir, mas mudar comportamento.

Em uma cidade que cresce rápido e enfrenta desafios no trânsito, a medida busca equilibrar o direito de ir e vir com o direito ao sossego — um tema que, nas ruas e nas redes sociais, já vinha gerando debate há tempos.

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 O que muda na prática

Na rotina do morador, a expectativa é simples:

  • menos barulho durante a noite
  • mais fiscalização nas ruas
  • resposta mais rápida às denúncias

Mas, como toda nova lei, o impacto real deve aparecer com o tempo — principalmente na forma como será fiscalizada.

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