Rondonópolis
Mobilidade Urbana enfatiza orientações para trânsito mais seguro na volta às aulas
Rondonópolis
Com o retorno das aulas na rede pública de ensino nesta segunda-feira (3) em Rondonópolis, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana reforça que a contribuição de todos é essencial para a promoção de um trânsito mais seguro e eficiente para todos.
Essa preocupação por parte dos pais e motoristas em geral é essencial nesse momento, considerando que a partir de agora o fluxo de veículos e pedestres aumenta substancialmente junto das escolas, havendo a necessidade de que todos redobrem a atenção no trânsito.
Um dos pontos importantes, segundo o secretário municipal de Mobilidade Urbana, Thales Tatí Gonçalves Vicente, envolve o respeito às faixas de pedestres em frente das escolas, tanto por parte dos motoristas como dos pedestres.
Em Rondonópolis, mesmo com a presença de faixas elevadas, muitos alunos e pedestres ainda atravessam a via em locais indevidos. “A faixa de pedestre é o local seguro e adequado para a travessia.”
Como forma de contribuir com a organização do trânsito e respeito às regras, os agentes municipais de trânsito estarão dispostos em vias próximas a várias escolas de Rondonópolis.
De antemão, o secretário municipal antecipa que já vem planejando melhorias para garantir mais segurança aos motoristas e pedestres, nesse primeiro momento na região central. “Nosso foco é salvar vidas”.
Veja, a seguir, algumas orientações para prevenir acidentes no trajeto escolar, reforçando que essas atitudes simples salvam vidas:
. Respeite a faixa de pedestres.
. Não avance o sinal vermelho.
. Use sempre o cinto de segurança.
. Evite parar em fila dupla.
. Respeite os limites de velocidade das vias.
. Redobre a atenção ao passar próximo às escolas.
. Utilize as setas para indicar manobras.
. Não use o celular enquanto dirige.
. Sempre estacione no lado direito da via ao desembarcar crianças, garantindo que elas saiam com segurança no passeio público.
. Respeite a capacidade máxima de passageiros ou carga de veículos, como motos e carros.
Curiosidades
UFR reage a fake news e leva caso à Justiça: “A verdade precisa prevalecer”
Em tempos em que uma postagem pode ganhar o mundo em poucos minutos, a verdade às vezes corre atrás do prejuízo.
Foi exatamente esse cenário que atingiu a Universidade Federal de Rondonópolis nos últimos dias. Informações compartilhadas nas redes sociais colocaram em dúvida a lisura de um processo de transferência de uma estudante — levantando suspeitas de favorecimento e irregularidade.
Diante da repercussão, a reitora Analy Castilho Polizel de Souza veio a público para esclarecer: não houve qualquer ilegalidade.
Segundo ela, o procedimento seguiu um rito técnico e jurídico rigoroso, como exige a legislação das universidades federais. Todo pedido de transferência, explicou, passa pela análise da Procuradoria Federal, órgão ligado à Advocacia-Geral da União, responsável por validar a legalidade dos atos administrativos.
Em outras palavras:
não é uma decisão individual — é um processo institucional.
Outro ponto sensível, que gerou indignação nas redes, também foi rebatido: a estudante não ocupou a vaga de outro candidato. Ou seja, não houve prejuízo a terceiros, como chegou a ser divulgado.
Quando a informação vira problema jurídico
A repercussão do caso ultrapassou o debate acadêmico.
Sem resposta aos pedidos de retirada das publicações, a universidade decidiu acionar juridicamente os responsáveis. A Advocacia-Geral da União já foi mobilizada para ingressar com ações cíveis e criminais.
A medida sinaliza um posicionamento mais firme da instituição diante da disseminação de conteúdos considerados falsos.
Uma instituição ainda em construção — e sob vigilância pública
A UFR é uma universidade jovem, criada recentemente e ainda em processo de consolidação. A própria reitora já destacou, em outras ocasiões, a importância de respeitar os trâmites legais em cada etapa da construção institucional.
Esse contexto ajuda a entender por que qualquer questionamento ganha grande repercussão: há um olhar atento da sociedade sobre cada decisão.
O que está por trás disso tudo?
Casos como esse vão além de uma denúncia isolada. Eles revelam:
- o poder das redes sociais em formar opinião rapidamente
- o risco da desinformação quando não há checagem
- e o desafio das instituições públicas em manter transparência e credibilidade
Quando a informação chega distorcida, o dano não é só institucional — ele atinge pessoas, reputações e a confiança coletiva.
A fala da reitora não foi apenas uma defesa administrativa. Foi também um recado direto:
processos públicos seguem regras
acusações precisam de prova
e informação sem verificação pode virar problema na Justiça
No meio de tudo isso, fica uma lição simples — mas cada vez mais urgente: antes de compartilhar, é preciso conferir.
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