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Polícia Civil prende autor de roubo em empresa de marmoraria

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Várzea Grande prenderam, nesta sexta-feira (25.10), um homem, de 26 anos, pelo crime de roubo.

As diligências iniciaram logo que a vítima, de 47 anos, compareceu na DERF-VG para registrar o boletim de ocorrência.

A comunicante informou que é proprietária de uma marmoraria e havia contratado o suspeito para fazer o serviço de diarista.

Porém, ela acabou sendo alertada que o contratado possuía passagens criminais, bem como era monitorado por tornozeleira eletrônica. Por isso, ela dispensou os serviços do suspeito na terça-feira (22).

Contudo, na manhã de sexta-feira (25), o suspeito e outro indivíduo chegaram no estabelecimento, renderam o marido da comunicante e anunciaram o roubo. O criminoso estava armado.

A filha do casal conseguiu correr e gritar por socorro, ocasião que a dupla subtraiu dinheiro, uma corrente de ouro avaliada em cerca de R$ 6 mil e a chave do veículo da família. Em seguida, fugiram em uma moto.

Durante as investigações para apurar o crime, os policiais civis localizaram o suspeito, que foi encaminhado para DERF-VG, interrogado e autuado em flagrante por roubo. As diligências continuam para localizar o segundo autor do delito.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Fim dos “rolezinhos”? Nova lei entra em vigor e muda rotina em Rondonópolis

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O barulho das motos em alta velocidade, as manobras arriscadas e as madrugadas interrompidas por grupos de motociclistas podem estar com os dias contados em Rondonópolis.

Já está em vigor no município a lei que proíbe os chamados “rolezinhos” — encontros de motociclistas que, segundo o poder público, vinham causando transtornos frequentes à população.

A medida, proposta por um vereador foi promulgada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial, passando a valer com aplicação de multas e outras penalidades.

Reclamação antiga da população

A nova legislação surge em meio a um cenário que já vinha sendo acompanhado pelas forças de segurança. Nos últimos anos, operações policiais foram realizadas para conter esse tipo de prática.

Em uma dessas ações, a Polícia Militar chegou a impedir um “rolezinho” com dezenas de motociclistas, muitos sem capacete, sem placa e com escapamentos adulterados — situação que terminou com apreensão de veículos e aplicação de multas. 

Casos como esse reforçaram a pressão popular por medidas mais duras.

 O que diz a nova lei

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A legislação define como “rolezinho” o agrupamento de motociclistas que:

  • provocam barulho excessivo
  • realizam manobras perigosas
  • desrespeitam leis de trânsito
  • causam tumulto nas vias públicas

A partir de agora, ao serem registradas ocorrências, haverá atuação conjunta entre:

  • Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob)
  • Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp)
  • forças policiais

A penalidade começa com multa de 25 UFRs, podendo dobrar em caso de reincidência.

Nem todo motociclista entra na regra

Um ponto importante da lei é a separação entre perfis:

 Motociclistas organizados, como moto clubes, seguem autorizados a realizar eventos — desde que comuniquem previamente às autoridades.

  Já ações desordenadas, com risco à segurança e perturbação, passam a ser enquadradas diretamente na nova norma.

  Mais que punição: tentativa de mudança cultural

Além da punição, a lei também abre espaço para parcerias com moto clubes em ações educativas.

A ideia é clara: não é só proibir, mas mudar comportamento.

Em uma cidade que cresce rápido e enfrenta desafios no trânsito, a medida busca equilibrar o direito de ir e vir com o direito ao sossego — um tema que, nas ruas e nas redes sociais, já vinha gerando debate há tempos.

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 O que muda na prática

Na rotina do morador, a expectativa é simples:

  • menos barulho durante a noite
  • mais fiscalização nas ruas
  • resposta mais rápida às denúncias

Mas, como toda nova lei, o impacto real deve aparecer com o tempo — principalmente na forma como será fiscalizada.

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